segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O ARTISTA PLÁSTICO ITAPETININGANO DIÓGENES CAMPOS AYRES


 
Diógenes Campos Ayres nasceu em Itapetininga aos 10/01/1881 e faleceu em São Paulo no dia 02/12/1944.
Mudou-se para Avaré, onde deu vazão ao seu talento artístico, interpretando em tela diversos locais aprazíveis e pitorescos da localidade.
Despertou interesse do Governo do Estado, sendo incluído como pensionista e liberado para estagiar na Europa.
Em Paris, foi aluno dos professores Jean Paul Laurrens e Albert Fleury.
Retornou ao Brasil, realizou exposições em São Paulo, no Rio de Janeiro e também no interior do Estado, tendo recebido vários prêmios.
Inúmeras telas, reproduzindo cenas e paisagens dos arredores de Itapetininga: Sobradinho, Jataieiros, Porto Velho, Sombras de Nuvens e tantos outros podem ser encontradas na Pinacoteca do Estado, no Museu Nacional de Belas Artes e em diversas galerias particulares. 
Fonte: Vox Athenas

CASAL ORSI/ ÔNIBUS DE VICENTE ORSI: 60 ANOS ATRÁS



Fonte: Air Antunes


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A FAMÍLIA ORSI, DESDE A ITÁLIA

Família originária de Capannori e Sant`Andrea di Compito, província de Lucca. 
Pertenceu à esta família Orsi, o primogênito Vicenzo Orsi, o qual casado com Orsolina Amadei, teve o filho Giovanni Nicolao Orsi, que em bodas com Fiorellina Di Martella, deu origem à família Orsi Martella.
Giovanni Nicolao Orsi nasceu em 27 de dezembro de 1881, na localidade de Capannori, e ali viveu até a idade de quatorze anos, quando no ano de 1896, para fugir das dificuldades enfrentadas na região, Vicenzo Orsi e seu filho Giovanni, e outros parentes, entre eles Pietro Orsi, Rafaello Giovanni Orsi, partem para o Brasil à procura de novas oportunidades. Vieram como trabalhadores no navio “Fortunata Ragio”, onde trabalharam como operadores da casa de máquinas, cozinheiros e faxineiros de convés, a fim de pagarem a passagem de terceira classe. 
Chegaram ao Brasil no dia 1 de abril de 1896. 
Ao chegarem, Vicenzo e Giovanni fixam residência junto a seus parentes na cidade de Tatuí. Pai e filho trabalham em diversos afazeres até por volta de 1901, quando passam a trabalhar na torrefação de café de familiares.
No ano de 1902, Giovanni, retorna a Itália, a fim de prestar o serviço militar. Lá chegando, conhece Fiorellina Di Martella, nascida em 14 de janeiro de 1883 na localidade de Sant´Andrea di Compito, filha primogênita de Cosimo Martella e de Elisa Micheletti.
Em 13 de fevereiro de 1904, Giovanni e Fiorellina casam-se em Capannori. 
O casal procura estabelecer residência na própria localidade, porém por problemas pessoais Giovanni resolve retornar ao Brasil. 
O casal chega em outubro de 1904 no porto de Santos, onde passam a partir daquela data a assinarem respectivamente o nome como João Orsi e Fioralina Di Martelli Orsi.
De lá parte para Tatuí, onde Fiorellina, grávida, dá a luz em 30 de novembro de 1904 ao primogênito Júlio Orsi. Futuramente, na mesma cidade, dá a luz a seus outros filhos, Domingos Orsi e Vicente Orsi Neto. 
Retornando ao seu emprego na torrefação de café, de propriedade do marido de sua madrinha, permanece até o ano de 1905, quando partem para Angatuba, de trem até o distrito de Rechã. De lá chegam a Angatuba em uma carroça, trazendo seus filhos e seus pertences, fixando a residência e atividade comercial. 
Em Angatuba, nasceram seus filhos Raphael Orsi, Arnaldo Orsi, João Orsi Júnior, Palmiro Orsi, Florindo Orsi e Rolf Nazareth Orsi, até o falecimento de ambos. 
Giovanni Nicolao Orsi (João Orsi), veio a falecer em 29 de janeiro de 1950 e Fiorellina Di Martella Orsi (Fioralina), faleceu em 24 de abril de 1965.
Uma de suas atividades comerciais foi o transporte de trole, levando passageiros até à estação de Angatuba. Posteriormente, no ano de 1926, iniciou-se um transporte de passageiros com um caminhão Chevrolet ano 1926, fazendo lotação de romeiros para Pirapora do Bom Jesus. 
Foi numa dessas viagens que o caminhão enguiçou em uma passagem de nível em Sorocaba e foi arrastado pelo trem. 
O caminhão ficou numa posição curiosa. Ninguém se feriu no acidente.
Quando João Orsi comprou o seu primeiro carro era chamado de “carro de aluguel”. Levava os passageiros para as fazendas próximas de Angatuba e foi numa dessas viagens pela antiga estrada de Paranapanema que sofreu um acidente com o seu carro, vindo a falecer.
Foram filhos do casal GIOVANNI e FIORELLINA:
1. JÚLIO ORSI, nascido na cidade de Tatuí, em 30 de novembro de 1904. Trabalhava como escrivão de polícia, vindo a falecer na cidade de Itapetininga em 4 de junho de 1988;
2. DOMINGOS ORSI, nascido na cidade de Tatuí, em 18 de abril de 1906. Era motorista e co-proprietário da empresa de ônibus São Vicente, vindo a falecer na mesma cidade em 19 de março de 1978;
3. VICENTE ORSI NETO, nascido na cidade de Tatuí, em 22 de janeiro de 1908. Foi motorista e proprietário da empresa de ônibus São Vicente; foi motorista de Júlio Prestes de Albuquerque. Em 24 de novembro de 1931, Vicente Orsi Neto fundou a primeira empresa de ônibus da cidade de Angatuba, juntamente com seu irmão Domingos Orsi. A jardineira partia de Angatuba com destino a Itapetininga e, mais tarde, foi ampliado o percurso até Bom Sucesso, hoje Paranapanema. Nessa ocasião, João Orsi Júnior entrou na sociedade da empresa e estendeu o percurso até Itaí. Também foi vereador e presidente da câmara de Angatuba, vindo a falecer em 29 de abril de 2000 na cidade de Angatuba; 
4. RAPHAEL ORSI, nascido na cidade de Angatuba, em 14 de novembro de 1909. Por motivo de saúde, foi para a Itália ainda jovem fazer tratamento. Lá mostrou seus dons como pintor, deixando obras no teto da Igreja de Sant´Andréa de Compito, em Lucca. Retornou para o Brasil após a primeira guerra mundial. Na Itália ele presenciou e viveu todas as dificuldades e facetas da Primeira Grande Guerra Mundial, vindo a falecer na mesma cidade em 25 de setembro de 1978; 
5. ARNALDO ORSI, nascido na cidade de Angatuba, em 7 de setembro de 1911. Foi sócio da empresa de ônibus São Vicente, responsável pela linha que fazia o trecho Itapetininga-Guareí. Depois com o seu próprio caminhão trabalhou na linha de leite entre as fazendas e a fábrica da Polenghi. Faleceu na mesma cidade em 19 de abril de 2006; 
6. JOÃO ORSI JÚNIOR, nascido na cidade de Angatuba, em 04 de dezembro de 1914. Foi motorista e sócio da empresa de ônibus São Vicente futuramente vindo a ser proprietário da linha Angatuba-Paranapanema; Paranapanema-Itaí; foi vereador e prefeito desta cidade, vindo a falecer na mesma em 6 de maio de 2001;
7. PALMIRO ORSI, nascido na cidade de Angatuba, em 1 de abril de 1919. Trabalhou no comércio, foi construtor e proprietário dos dois primeiros postos de gasolina de Angatuba, um em frente da praça dos Expedicionários e outro na rua Cornélio Vieira de Morais, atual Posto Ipiranga; junto com o posto Texaco na Praça dos Expedicionários teve um restaurante, foi também, produtor rural e proprietário de várias casas no município. Faleceu na cidade de Itapetininga em 3 de agosto de 1976; 
8. FLORINDO ORSI, nascido na cidade de Angatuba, em 25 de maio de 1920. Trabalhou no comércio, ajudou na empresa Ônibus São Vicente como cobrador e contador, responsável por receber o dinheiro das passagens dos ônibus que vinham de Itapetininga, foi pecuarista e produtor de leite. Faleceu na mesma cidade em 3 de abril de 1965;
9. ROLF NAZARETH ORSI, nascido na cidade de Angatuba, em 22 de agosto de 1923. Começou a trabalhar com 13 anos de idade, como cobrador na empresa de ônibus. Após tirar a carteira de habilitação, trabalhou como motorista da empresa de ônibus. Depois de alguns anos comprou o seu próprio caminhão ano 1937 o qual viajava para São Paulo, fazendo o transporte de cargas. Trabalhou com seus dois caminhões com os americanos no Conselho Nacional do Petróleo (hoje Petrobrás) na sondagem de petróleo em Angatuba, depois seguiu para Jacarezinho (PR), Ponta Grossa (PR) e depois Uruçanga (SC), na mesma firma. Retornou para Angatuba no ano de 1954, trabalhou como motorista até se aposentar com o caminhão, ainda vive na cidade em que nasceu.
Fonte: Angatuba de Todos os Tempos, 02/02/2012, por Air Antunes.

HANNELORE CHRISTIANE POETZCHER ABDELNUR

FALECIMENTO: 01/02/2016, ÀS 09:00 HS, EM SOROCABA.
79 ANOS, APOSENTADA, VIÚVA DE NACIB ABDELNUR, ERA FILHA DE JULIO POETZCHER E AGNES LUISE GRETCHEN POETZCHER E DEIXOU OS FILHOS: MÁRCIO, MÔNICA, MÁRCIA LIS, MARCELO, MÁRIO E MICHEL. 
SEPULTAMENTO: 02/02/2016, ÀS 09:00 HS, NO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE ANGATUBA.
 
 
 
 
 
 

MARIA TERESA DE LIMA


FALECIMENTO: 01/02/2016, ÁS 07:30 HS, EM CAPÃO BONITO.
40 ANOS, DO LAR, UNIÃO ESTÁVEL COM CARLOS MARCOS DE OLIVEIRA, FILHA DE PEDRO DANIEL DE LIMA E MARIA ZILDA DE LIMA, DEIXOU OS FILHOS IZABELI E RODRIGO.
VELÓRIO: NA RESIDÊNCIA.
SEPULTAMENTO: 02/02/2016, ÀS 09:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM CAPÃO BONITO.
 

PASSAMENTOS:

SARAH ELOAH RODRIGUES NATEL
FALECIMENTO: 01/02/2016, ÀS 00:25 HS, EM SOROCABA.
COM APENAS 15 DIAS DE VIDA, ERA FILHA DE JOSEMAR AUGUSTO NATEL SALES E VALÉRIA RODRIGUES NATEL SALES.
SEPULTAMENTO: 01/02/2016, ÀS 17:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

LUCAS EVANGELISTA BRASIL
FALECIMENTO: 31/01/2016, EM ANGATUBA.
19 ANOS, SERVIÇOS GERAIS, SOLTEIRO, FILHO DE CLÓVIS JOSÉ BRASIL E MÁRCIA APARECIDA EVANGELISTA E NÃO DEIXOU FILHOS.
SEPULTAMENTO: 01/02/2016, ÀS 17:00 HS, NO CEMITÉRIO DO BAIRRO FAXINAL, EM ANGATUBA.
 

MARIA APARECIDA PINTO RODRIGUES

FALECIMENTO: 31/01/2016, ÀS 17:49 HS, EM ITAPETININGA.
73 ANOS, ERA CASADA COM ARNALDO MARIA RODRIGUES.
FILHA DE JOÃO PINTO SILVA E DORALINA VIEIRA DE CAMARGO, DEIXOU OS FILHOS DORALINA E ERASMO.
VELÓRIO: NA RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA.
SEPULTAMENTO: 01/02/2016, ÀS 15 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM GUAREÍ.