quinta-feira, 6 de outubro de 2016

DIRCE RODRIGUES DE OLIVEIRA GALVÃO

FALECIMENTO: 06/10/2016, ÀS 09:00 HS, EM ITAPETININGA.
89 ANOS, PENSIONISTA, VIÚVA DO SR. THALES DE BARROS GALVÃO, FILHA DE THEODORO RODRIGUES DE OLIVEIRA E PALMYRA DE ARRUDA, DEIXA OS FILHOS: MARIA CRISTINA, REINALDO, RENATO, MARISTELA E MARIA ANGÉLICA.
SEPULTAMENTO: 07/10/2016, ÀS 09:00 HS, NO CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.
 
 

LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA

FALECIMENTO: 05/10/2016, ÀS 20:35 HS, EM ANGATUBA.
65 ANOS, APOSENTADO, CASADO COM DINA LUCIA SOARES OLIVEIRA, FILHO DE ADRIANO DE OLIVEIRA E PEDRINA DE OLIVEIRA, DEIXA A FILHA BRUNA.
SEPULTAMENTO: 06/10/2016, ÀS 11 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ANGATUBA.
 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

JOSEFA OLÍMPIA FERREIRA


FALECIMENTO: 05/10/2016, ÀS 11:00 HS, EM CAPÃO BONITO.
69 ANOS, APOSENTADA, CASADA COM JOSÉ RICARTE FERREIRA NETO, FILHA DE SEVERINO PAULINO DA SILVA E ANA OLÍMPIA DOS ANJOS, DEIXA OS FILHOS: ANTONIO, MIGUEL, REGINALDO, SÉRGIO, LAURO E ROSANA.
VELÓRIO: NA RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA.
SEPULTAMENTO: 06/10/2016, ÀS 10:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOSÉ, EM CAPÃO BONITO.
 
 
 

UMA HOMENAGEM À CIDADE DE LORENA

 
Na intimidade de minha realidade

A cidade onde hoje eu vivo
depois que deixei São Paulo,
não se parece comigo
e nem me agrada também.
Não tem shopping, não tem nada,
nem congestionamento ela tem.
Não tem nem mesmo a metade
do que a minha São Paulo tem.
Nenhum ponto turístico,
nem mesmo Arranha Céu,
nenhuma praça bonita,
nem muitas oportunidades
para um jovem recém formado,
seja médico ou advogado,
ou até mesmo professor.

Falta aqui diversão,
boates, bons restaurantes,
hotéis de boa qualidade,
lazer para a terceira idade,
hospitais, com moderna medicina,
clubes com boas piscinas.
Faltam grandes avenidas,
pistas para bicicletas,
mas eu nunca jamais reclamo,
por que nessa pequena cidade
do nosso interior paulista,
no Vale do Paraíba,
vive esta mulher que eu amo,
e é tudo que eu tenho na vida
e se não estou enganado,
me ama muito também. 
 
Arthur Miranda (Tutu)
 
Fonte: Memórias de Sampa.

PASSAMENTOS:


 
PAULO CÉSAR DE MEIRA
FALECIMENTO: 04/10/2016, ÀS 18:15 HS, EM ITAPETININGA.
48 ANOS, AGENTE PENITENCIÁRIO, CASADO COM LEONICE APARECIDA CAMPOS DE MEIRA, FILHO DE JOAQUIM SEVERINO DE MEIRA E MARIA APARECIDA DE MEIRA, DEIXA O FILHO JAKSON.
SEPULTAMENTO: 05/10/2016, ÀS 17:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

MALVINA PORFÍRIA DE PAULA
FALECIMENTO: 04/10/2016, ÀS 23:30 HS EM PARANAPANEMA
91 ANOS, VIÚVA DE PEDRO ZEFERINO DA SILVA, FILHA DE LEOPOLDO ESTEVAM DO AMARAL E MARIA PORFIRIA DE PAULA, DEIXA OS FILHOS: PEDRINA, ADIR, JOSÉ MARIA E JORGINA.
SEPULTAMENTO: 05/10/2016, ÀS 16:00 HS, NO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE PARANAPANEMA.
 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O HINO DO MUNICÍPIO DE RINÓPOLIS




Remejando o azul do horizonte
O mar verde dos teus cafezais
Brancas flores coroam tua fonte
Espargindo perfumes de paz
Premiando o labor permanente
Dos teus filhos ó terra altaneira;
Rubros frutos, gotejam abundância,
Desfraldando a tua bandeira.

(Estribilho)
Rinópolis, Rinópolis
Paz, justiça, amor, liberdade!
Rinópolis, Rinópolis,
Ideal producente, lealdade!
De "Eugênio Rino", o teu bandeirante,
O denodo tu tens, a bravura,
Deus te faça Rinópolis, crescente;
Oh! Bendita "Terra da Agricultura".

Nestas plagas do solo paulista
Entre o "Bri" e o "Itaúna" a cantar;
A semente, em teu seio lançada,
Se transforma em benesses sem par.
E o Brado sublime do "Avante",
Do ideal, do trabalho e cultura
Gera a raça, em teu seio, pujante,
Guardiã da justiça e lisura. 

 
* Música: Profª. Jandira Cavali Corral;
Letra: Deusdedit Ferreira Rodrigues;
Arranjo: Maestro Djalma Wolff;
Interpretado pelo Grupo Musical Dimensão 5.

OS 89 ANOS DE RINÓPOLIS



A nossa história começa em setembro de 1.927, quando a Firma Lélio Piza & Irmãos oferece terrenos à venda na Fazenda Goataporanga, localizada na margem esquerda do Rio Aguapeí (Rio Feio). A firma em questão possua ao todo 126.000 alqueires. Eugênio Rino, chefe de uma família de destemidos agricultores, manda seus filhos e genro, Domingos Rino, Eugênio Rino Filho e Francisco Nascimento Silva, juntamente com Orozinho Durval, representante da firma vendedora, explorarem o terreno e conheceram suas condições de fertilidade e salubridade.

Os referidos senhores vieram de automóvel de Pirajuí para Juliápolis (atual Juliania), seguindo depois a cavalo por um picadão aberto na mata virgem, demorando nesta viagem aproximadamente 10 dias. Voltaram e comunicaram ao Cel. Eugênio Rino que as terras eram de boa fertilidade o qual adquiriu então, 2.745 alqueires. Nessa época contrataram um engenheiro civil, Dr. Marcondes Filho, para fazer o loteamento. Entrou por uma gleba do Rio Feio, além do Brasil Plantate & Cia Ltda.. Passando o Rio Feio começou os serviços da aludida gleba, onde ficou doente e mandou outro engenheiro civil para continuar os serviços. Nas margens do Ribeirão Itaúna o engenheiro perde o rumo e se perde também. O Cel. Eugênio Rino manda então Francisco Nascimento Silva, Vicente Rino e Eugênio Rino Filho em procura do engenheiro. Subiram o Ribeirão Itaúna, após atravessarem o Rio Feio a nado e encontraram o engenheiro, demorando quatro dias até chegar no começo do Córrego Bri, onde plantam o marco inicial de um novo município.
A fertilidade da terra atraem novos compradores, como Luiz Wolff, Antonio Rodrigues da Cunha, Benedito Borges e outros. Afim de contornar os inúmeros inconvenientes da entrada por Juliápolis, Eugênio Rino, Luiz Wolff e Antonio Rodrigues da Cunha, com suas turmas de trabalhadores, abrem o prolongamento da Estrada Birigui X Bela Vista (atual Piacatú), por onde passam em 1.928 as primeiras famílias que vem habitar o lugar. Nesse ano fazem-se as primeiras derrubadas, plantando-se as primeiras lavouras de cereais e café. Em 1.930, a nova comunidade concentrada no Bri, recebe a visita do Bispo de Botucatu, D. Ático Euzébio da Rocha, que celebra a primeira missa.
Por volta de 1.932 o Cel. Eugênio Rino loteia a chapada denominada Andorinha, para onde começam a convergir as primeiras construções e onde Domingos Rino abre o primeiro estabelecimento comercial. Então aqueles corajosos desbravadores, encurralados no seio da mata, dispondo de uma única e precária saída são animados por um sinal promissor: avistam longínqua fumaça de queimadas, a sudoeste do Patrimônio, indício de presença humana. Organizam-se mutirões, toda a gente colabora e, em breve, nova estrada chega ao Patrimônio de Bastos (atual Bastos) onde se estabelece ligação com a Estrada de Ferro Sorocabana. Apresenta-se aos moradores de Rinópolis mais um problema de vulto: o município precisa estabelecer ligação com a sede municipal.

Diante da alegação do Prefeito de Tupã de que aquela Prefeitura não dispõe de recursos para a abertura da estrada, o Sub-Prefeito, Eugênio Rino Filho, apela para o povo que, como em outras ocasiões aceita a incumbência e abre a estrada até Dom Quixote compelindo a Prefeitura de Tupã a completar a obra. Nada mais pode parecer impossível para Rinópolis. Seu povo conclui, diante dos exemplos do passado que, enquanto se mantiver unido, nenhum obstáculo poderá resistir indefinidamente à sua vontade. Em 30 de novembro de 1.944, o Decreto-Lei Estadual nº. 14.334, que cria entre outros, o município de Rinópolis, vem coroar os esforços dos representantes desse povo: Eugênio Rino, Eugênio Rino Filho, Orestes Pagliusi, José Tavares de Mello, Vicente Rino, Domingos Rino, Francisco Stramandinolli e outros, que tiveram em Sud Menucci o seu mais constante orientador.
O Município de Rinópolis foi instalado em 1º de Janeiro de 1.945, constituído de um único Distrito que é a sede municipal. De 04 de agosto de 1.937 a 30 de novembro de 1.938 Rinópolis pertenceu ao Município de Araçatuba. Pelo Decreto nº. 9.775, de 30 de novembro de 1.938, foi transferido para o município de Tupã, atual sede de Comarca.
Fonte: PM local.