quarta-feira, 3 de junho de 2020

PASSAMENTOS EM ITAPÊ:

SANDRO LUIZ GARCIA
FALECIMENTO: 03/06/2020, ÀS 06h11, EM ITAPETININGA.
47 ANOS, AUTÔNOMO, SOLTEIRO, SEM FILHOS, FILHO DE PEDRO ROSA GARCIA E LAURENTINA MARIA GARCIA.
SEPULTAMENTO: 03/06/2020, ÀS 16h00, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

NOÉ FURTADO
FALECIMENTO: 03/06/2020, ÀS 11h43, EM ITAPETININGA.
72 ANOS, APOSENTADO, SOLTEIRO, FILHO DE JOSÉ MARIA FURTADO E DIONÍSIA MARIA ANTONIA, DEIXA OS FILHOS MÁRCIO E ALCIONE. 
SEPULTAMENTO: 03/06/2020, ÀS 17h00, NO CEMITÉRIO DO SANTÍSSIMO, EM ITAPETININGA.
 
Fonte: Funerária Camargo.

terça-feira, 2 de junho de 2020

PASSAMENTOS:

Espécies de Plantas que Florescem Todo o Ano | Flores - Cultura Mix
 

PAULO ZEFERINO
FALECIMENTO: 02/06/2020, ÀS 07h42, EM CAPÃO BONITO.
61 ANOS, SERVIÇO BRAÇAL, CASADO COM ADELAIDE DE SOUZA ZEFERINO, FILHO DE SEBASTIÃO ZEFERINO E ANGELINA MARIA ZEFERINO, DEIXA OS FILHOS: SANDRO, CARLA, SUELEN, JAQUICELE E SAAC.
SEPULTAMENTO: 02/06/2020. ÀS 15h00, NO CEMITÉRIO DA SAUDADE, EM CAPÃO BONITO.

NILCE MARIA MACHADO MEDEIROS
FALECIMENTO: 02/06/2020, ÀS 08h40, EM ITAPETININGA.
60 ANOS, DO LAR, CASADA COM GENTIL DE OLIVEIRA MEDEIROS SUEKUNI, FILHA DE OSWALDO MACHADO E MARIA JOSÉ SIMÕES MACHADO, NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 02/06/2020, ÀS 17h00, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

MARIA JOSÉ PEREIRA
FALECIMENTO: 02/06/2020, ÀS 13h47, EM GUAREÍ.
91 ANOS, COSTUREIRA, VIÚVA DE JOÃO BATISTA PEREIRA, FILHA DE GUMERCINDO MANOEL PEREIRA E CESÁRIA COELHO MARTINS, DEIXA OS FILHOS: JOÃO, ARTUR, PAULO E LEANIDA.
SEPULTAMENTO: 02/06/2020, ÀS 18h00, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM GUAREÍ.
 
Fonte: Funerária Camargo.

CAMPINAS, 1930:

Jair Gomes (Brasil,1955)Rua Barão de Jaguara - Campinas 1930,Óleo sobre tela,50 x 70 cm




Rua Barão de Jaguara em Campinas, em 1930.
Obra de Jair Gomes (Brasil,1955/óleo sobre tela, 50 x 70 cm)

CANANÉIA/ 1879/1880


Escravidão em Cananéia 
– A escravidão deixou marcas indeléveis em nossa formação histórica. Alguns, como Rui Barbosa, até tentaram “apagar” esse passado negro mandando queimar documentos, o que, além de não surtir efeito, ainda privou os historiadores de importante material de pesquisa. Colocados à margem da sociedade, escravos e libertos, muitas vezes, demonstravam pelos jornais a sua revolta contra a servidão. Como Francisco Mandira, de Cananéia, que assim protestou quanto ao cativeiro de sua esposa Teresa, cujo desabafo foi publicado no semanário “Commercio de Iguape”, nº 188, de 26-9-1879: (ortografia original)
“Quando a justiça reflecte os seus dourados raios de sabedoria, o povo que tem necessidade de garantias aos seus direitos individuaes inunda-se de vida, por que ve-se mantido na ordem da creação. É assim que minha mulher nascendo de ventre livre na Costa d’Africa e para este imperio sendo criminosamente importado como um objecto de commercio, mas commercio illicito, foi retirado clandistinamente do bordo do navio que a conduzio á este porto e submittido a um injusto captiveiro durante quasi meio seculo, seguindo todos os seos filhos a mesma desditosa sorte della, até que para a mesma, no dia 3 deste mez, mez da independencia dos brazileiros, e no em que foi decretado que no Brazil ninguem mais nasceria captivo, dissiparão-se-lhe as espessas trevas em que se ocultava a sua condição de pessoa livre, proferindo-se a aluminosa sentença infra. Francisco Mandira, Cananéa, 16 de Setembro de 1879.”

Eis a sentença, na ortografia original, também publicada no citado semanário:

“Vistos e examinados estes autos de acção de liberdade, em que são auctores Theresa e seos filhos, e reus o collector das Rendas, o curador da herança e (...) José de Andrada, articulado a folhas & &. julgo provada a acção proposta para o fim de declarar isento de escravidão a autora e seus filhos, visto estar provado dos autos pelo depoimento de fls. 29 á 35 v., que a mesma autora fora importada da Costa d’Africa em data posterior a lei que prohibio o trafico, qual seja a lei de 7 de Novembro de 1831; e entretanto, foi a autora importada no anno de 1838.
“Por parte dos réus, nenhuma allegação foi produsida de modo a illidir a intenção dos autores, e com quanto incidentemente os autores alludão em suas razões de folhas a questão prejudicial de fôro sucitada em processo preliminar de deposito, com tudo este juizo entende que semelhante materia só poderia ser deduzida pelos réus – por via de excepção nos precisos termos da Ord. Liv. 3º, tit. 49, que está de harmonia com o artigo 75 do Reg. nº 737 de 25 de Novembro de 1850, e delle não tomo conhecimento. Iguape, 3 de Setembro de 1879. José Xavier de Toledo (Juiz de Direito).”

Esse José Xavier de Toledo (1847-1918), jurista ilustre em seu tempo, que foi casado com a escritora Zalina Rolim (1869-1961), era filho do coronel Francisco de Paula Xavier de Toledo, nome da famosa rua do centro de São Paulo.
O “Commercio de Iguape”, nº 224, de 6-6-1880 publicou interessante matéria sobre Cananéia, dando conta de uma antiga manifestação cultural da região, o batimento de arroz:

“Communicão-nos d’esta villa, o seguinte: A policia, incorrigivel como sempre, na noite de 1º do corrente, patrulhando Bernardo Franco e Antonio Marques, este aggrediu á Jesuino Lisboa, cujo traseunte repelliu a aggressão. Com os gritos etc., accudirão para mais de 20 e tantas pessoas que se achavão batendo arroz em uma casa á rua da Bôa Vista, e como o povo ha tempos vive despeitado com esses celebres mantenedores da ordem publica, defenderão ao traseunte, cuja defesa causou um conflicto entre as praças destacadas, de modo que quasi houve morte, em razão das tantas bordoeiras que derão sobre as praças!
“Pobre policia! E porque ora acontece essas cousas? – Porque a policia tendo prohibido na villa o batimento de arrozes colhidos no bairro, – é a razão de haver esse despeito.
“Os pacificos cidadãos assustaram-se, porque a continuar essas cousas em tal estado, breve veremos uma sublevação contra as praças da cadeia. Deus queira que eu minta.
“E’ preciso chamar-se a séria attenção do dr. chefe de policia e bem como acabar-se com essa questão, – se é da competencia da Camara Municipal ou da policia prohibir em conceder licenças para fandangos ou batimento de arroz.”
Communicão-nos d’esta villa, o seguinte: “A policia, incorrigivel como sempre, na noite de 1º do corrente, patrulhando Bernardo Franco e Antonio Marques, este aggrediu á Jesuino Lisboa, cujo traseunte repelliu a aggressão. Com os gritos etc., accudirão para mais de 20 e tantas pessoas que se achavão batendo arroz em uma casa á rua da Bôa Vista, e como o povo ha tempos vive despeitado com esses celebres mantenedores da ordem publica, defenderão ao traseunte, cuja defesa causou um conflicto entre as praças destacadas, de modo que quasi houve morte, em razão das tantas bordoeiras que derão sobre as praças!
“Pobre policia! E porque ora acontece essas cousas? – Porque a policia tendo prohibido na villa o batimento de arrozes colhidos no bairro, é a razão de haver esse despeito. Os pacificos cidadãos assustaram-se, porque a continuar essas cousas em tal estado, breve veremos uma sublevação contra as praças da cadeia. Deus queira que eu minta. E’ preciso chamar-se a séria attenção do dr. chefe de policia e bem como acabar-se com essa questão, – se é da competencia da Camara Municipal ou da policia prohibir em conceder licenças para fandangos ou batimento de arroz.”
(in “Commercio de Iguape”, nº 224, de 6-6-1880).

PORTO FELIZ, CAMINHO DO SERTÃO

 
Bênção dos canoões (Porto Feliz), 1920
Aurélio Zimmermann (Alemanha, 1854–1920)
óleo sobre tela, 101 x 134 cm
Museu Paulista da USP

“Porto Feliz é uma cidadezinha assente na margem esquerda do Tietê, em terreno elevado e desigual. As casas são térreas e as ruas tortas, e não como as de Itu e Jundiaí. Estão tão mal calçadas que à noite é impossível dar um passo sem muita cautela. A classe dos habitantes agrícolas a mais numerosa sem dúvida, não concorre a ela senão aos domingos e dias santos, de modo que só nessas ocasiões é que se vê alguma gente nas ruas.
Com o auxílio do cirurgião-mor pude sem demora achar os mestres construtores e operários de que precisava. Em três meses, pois, duas grandes canoas ficaram prontas. Em três meses, pois, duas grandes canoas ficaram prontas. Tinham cinco pés de çargo sobre cinquenta de comprimento e três e meio de profundidade, feitas de um tronco só de árvore, cavado e trabalhado por fora, de fundo chato e com pouca curvatura. Esse fundo era de duas e meia polegadas de espessura, à qual ia diminuindo até à borda, onde não tinha mais de uma polegada. Uma larga faixa de madeira, pregada solidamente, guarnecia as duas bordas e bancos deixados no interior das canoas aumentavam-lhes a solidez, além de duas grandes travessas que concorriam para o mesmo fim. Estas embarcações, assim construídas, são muito pesadas: entretanto, embora fortes, não podem comumente resistir ao choque nos baixios, quando impelidas pela rapidez das águas.
Além de uma canoinha, de uso para caçadas e pescarias, arranjei um batelão que, como as duas canoas grandes, lavava uma barraca de pano verde armada à popa.
Não tive grande trabalho em contratar gente para as tripulações. Consegui um guia, e seu substituto, um piloto e dois ajudantes, três proeiros (homens que vigiam à proa) e dezoito remadores.
…………….

Acompanhados de Francisco Álvares, sua família, o capitão-mor e o juiz, dirigimo-nos para o porto, onde achamos o viário paramentado com suas vestes sacerdotais, a fim de abençoar a viagem, como é costume, e rodeado de grande número de pessoas que viera assistir ao nosso embarque. Os parentes e amigos se abraçavam, despedido-se uns dos outros. Dissemos adeus à mulher e filha de Francisco Álvares e, como este amigo que quisera vir conosco até os últimos lugares povoados da margem do rio, tomamos lugar nas canoas. Romperam então da cidade salvas de mosquetaria correspondidas pelos nossos remadores e, ao som desse alegre estampido, deixamos as praias, onde tive a felicidade de conhecer um amigo, de conviver com gente boa e afável e de passar vida simples e tranquila.”


Em: O caminho do sertão (Descendo o Tietê- 1826), texto de Hércules Florence incluído no livro O planalto e os cafezais: São Paulo, seleção, introdução e notas de Ernani Silva Bruno, Organização de Diaulas Riedel, São Paulo, Cultrix: 1959, pp-74-75.
NOTA: Hércules Florence, (França, 1804 – Brasil, 1879) participou como desenhista da expedição do Barão de Langsdorff, através das províncias de São Paulo, Mato Grosso e Pará, de 1825 a 1829. O diário de Florence foi publicado, em português, com o título de “Viagem Fluvial do Tietê ao Amazonas”.

IRENE DOS SANTOS BICUDO

Flores e Frases - Rosa Pink ______༺❀༻______ ೋ✿... | FacebookFALECIMENTO: 02/06/2020, ÀS 05h18, EM ITAPETININGA.
65 ANOS, APOSENTADA, SOLTEIRA E SEM DESCENDÊNCIA, ERA FILHA DE EMÍLIO BICUDO E JUDITE RODRIGUES DOS SANTOS.
SEPULTAMENTO: 02/06/2020, ÀS 15h00, NO CEMITÉRIO : JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.
 
Fonte: Funerária Camargo. 


segunda-feira, 1 de junho de 2020

PASSAMENTOS:

160 Sementes De Mix De Rosas Exóticas , Rosas Coloridas . - R$ 16 ...
 
JOSÉ ROBERTO GALDINO
FALECIMENTO: 31/05/2020, ÀS 16h57, EM ITAPETININGA.
57 ANOS, APOSENTADO, CASADO COM MARIA BERNADETE PEREIRA NOGUEIRA, FILHO DE ANÍBAL GALDINO E MARIA APARECIDA GALDINO, DEIXA OS FILHOS MARCOS E NATÁLIA.
SEPULTAMENTO: 01/06/2020, ÀS 12h00, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.
LEONARDO FRANCISCO DA SILVA PEDROSO
FALECIMENTO: 31/05/2020, ÀS 22h23, EM ITAPETININGA.
63 ANOS, APOSENTADO, CASADO COM ANA MARIA VIEIRA DE OLIVEIRA PEDROSO, FILHO DE ALCINDO LEME PEDROSO E ANA MARIA DA SILVA PEDROSO, DEIXA OS FILHOS BRUNO E FELIPE.
SEPULTAMENTO: 01/06/2020, ÀS 14h00, NO CEMITÉRIO DO BAIRRO MORRO DO ALTO, EM ITAPETININGA.

Fonte: Funerária Camargo.