terça-feira, 26 de abril de 2016

EM MONTEIRO LOBATO TEM CATIRA

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Inspirado na cultura tropeira, o Grupo de Catira “União Lobatense” surgiu na década de 1930 no distrito de Buquira (hoje Monteiro Lobato), pelos irmãos Francisco Rosa e Antônio Rosa. 
Na época, a dança era restrita aos homens, apresentada somente em batizados e casamentos.
Em 1950, foi incorporada em procissões cantadas para motivar os fundamentos da religião católica, o que popularizou a manifestação entre jovens e mulheres.
A Catira é marcada por passos firmes e palmas sincronizadas, ritmo composto pelo som da viola caipira, entoado por dois violeiros. 
A dança é executada em duas fileiras – uma em frente à outra formando pares. 
O chapéu é uma peça fundamental.
site da PM local.

MONTEIRO LOBATO, QUE JÁ FOI BUQUIRA, FAZ ANIVERSÁRIO HOJE


 
 
 
Toda cidade possui uma história, porém, poucas reúnem tantos encantos quanto Monteiro Lobato. Cercada por montanhas e vales da Serra da Mantiqueira, nasceu como uma aldeia, batizada de Buquira e sob a proteção de Nossa Senhora do Bonsucesso. No passado, foi cenário de plantações de café, contribuindo para o prestígio e poder político do Vale do Paraíba, fonte de riqueza que impulsionou a economia brasileira no século XIX. Entretanto, pouco restou dos grãos e do aroma cafeeiro em terras lobatenses.
Diferente de suas vizinhas, Caçapava, Taubaté e São José dos Campos, Monteiro Lobato não se industrializou. Assumiu os ares provincianos e uma beleza infinita. A mudança do nome de Buquira para Monteiro Lobato homenageia um ilustre escritor, mágico das palavras e pai da literatura infantil brasileira.
José Bento Monteiro Lobato deu vida a um novo período na história de Buquira. Transformou as terras do café, em morada de seres lúdicos e símbolos da cultura popular, presentes até hoje no imaginário de um país inteiro. A cidade que hoje carrega seu nome preserva o orgulho de abrigar suas ideias e sonhos literários, além de um rico artesanato, deliciosa gastronomia, danças folclóricas, grupos populares e uma infinidade de saberes.
Fonte: site da PM local.

PASSAMENTOS EM ITAPÊ:

EDSON CARLOS COSTA PINTO
FALECIMENTO: 26/04/2016, ÀS 10:40 HS, EM ITAPETININGA.
67 ANOS, APOSENTADO, VIÚVO DE MARIA ANTONIA SILVA PINTO, FILHO DE NELSON COSTA PINTO E ELZA VIEIRA PINTO, DEIXA OS FILHOS: JOÃO, EDSON JÚNIOR, ÂNGELO E FRANCISCO.
SEPULTAMENTO: 27/04/2016, ÀS 08:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

MARIA SIRCE RODRIGUES DE ALMEIDA
FALECIMENTO: 26/04/2016, ÀS 10:30 HS, EM ITAPETININGA.
68 ANOS, APOSENTADA, CASADA COM ACÁCIO RODRIGUES DE ALMEIDA, FILHA DE MATHIAS SOUZA DE ALMEIDA E SANT' ANA DIAS DE ALMEIDA, DEIXA AS FILHAS LETÍCIA E SÍLVIA.
SEPULTAMENTO: 27/04/2016, ÀS 10:00 HS, NO CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.
 

PASSAMENTOS EM ITAPETININGA:

 
 
 
 
 
JOSÉ LAUREANO FILHO
FALECIMENTO: 25/04/2016, ÀS 16:35 HS.
77 ANOS, APOSENTADO, VIÚVO DE MARIA DE LOURDES ANTUNES LAUREANO, FILHO DE JOSÉ LAUREANO E MARIA VITÓRIA DA SILVA, DEIXOU OS FILHOS: IRINEU, REINALDO, MARIA ELISABETE, REGINALDO, MARIA TEREZA, JOÃO E IZABEL.
SEPULTAMENTO: 26/04/2016, ÀS 16:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

MARIA BENTO GRAÇA
FALECIMENTO: 25/04/2016, ÀS 17:30 HS.
72 ANOS, PENSIONISTA, VIÚVA DE ABÍLIO GRAÇA, FILHA DE JOÃO BENTO E ANÉSIA GONÇALVES, DEIXOU OS FILHOS: ANTONIO, JOÃO, MARLI E SÍLVIA.
VELÓRIO: NA RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA.
SEPULTAMENTO: 26/04/2016, ÀS 17:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

MARGARIDA ELIZABETH BOETTGER DA SILVEIRA
FALECIMENTO: 26/04/2016, ÀS 02:00 HS.
65 ANOS, PENSIONISTA, VIÚVA DE TADEU DONIZETI DA SILVEIRA, FILHA DE CARLOS BOETTGER FILHO E MARGARIDA THESSELER BOETTGER, DEIXOU A FILHA ELIZABETH.
SEPULTAMENTO: 26/04/2016, ÀS 15:00 HS, NO CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.
 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

TEJUPÁ: 51 ANOS DE INDEPENDÊNCIA










 
As primeiras notícias que se tem da cidade de Tejupá remontam ao fim do século XIX, por volta de 1.868, com a criação do povoado de Nossa Senhora da Patrocínio, pelas famílias Leal, Ilhéus e Pifanos.
O topônimo Tejupá, segundo a tradição local, significa vale montanhoso. É de origem tupi e significa aglomerado de ranchos ou pousos onde vive o povo.
Distrito criado com a denominação de Monte Belo, por Lei n.º 614, de 06-06-1899, subordinado ao município de Piraju.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Monte Belo figura no município de Piraju.
Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano 1933.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 14.334, de 30-11-1944, o distrito de Monte Belo passou a denominar-se Tejupá.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Tejupá figura no município de Piraju.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Tejupá permanece no município de Piraju.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Tejupá, pela Lei Estadual n.º 8.092, de 28-02-1964, desmembrado de Piraju. Sede no antigo distrito de Tejupá. Constituído do distrito sede. Instalado em 25-04-1965.
Em divisão territorial datada de I-I-1979, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte Prefeitura. 2013.

ITABERÁ: 125 ANOS. PARABÉNS!

ITABERÁ SÃO PAULO
HISTÓRICO
O povoamento das terras entre os rios Verde e Taquari começou no fim do século XVII, em decorrência da migração de habitantes de áreas de mineração ou de produção do açúcar, mas foi a chegada dos mineiros José Rodrigues Simões, Francisco Antônio da Silva e Antônio Joaquim Diniz, que, em 1862, doaram gleba para formação de um patrimônio, na elevação entre os córregos da Água Limpa e Lavapés, afluentes da margem esquerda do ribeirão das Lavrinhas.
Nesse local foi erguida a capela de Nossa Senhora da Conceição de Lavrinhas, na antiga Vila de São João Batista do Rio Verde (atual Município de Itaporanga). 
 
Em 1914, a antiga capela foi demolida, dando lugar à igreja Matriz de hoje.
Em março de 1871 foi elevada à freguesia e incorporada à Vila de Itapeva da Faxina, passando a Município (Vila) em abril de 1891, com o nome simplificado para Lavrinha, que em 1905 foi denominada Itaberá.
O topônimo atual origina-se no tupi ? itá-berá ?, que significa pedra brilhante.
O Município conta hoje, além do Distrito sede, o de Turiba do Sul. 
 
Freguesia criada com a denominação de Lavrinha ou Lavrinhas, por Lei Provincial no 16, de 09 de março de 1871, no Município de São João Batista do Rio Verde.
Lei Provincial no 69, de 20 de abril de 873, transfere o distrito do Município de São joão Batista do Rio Verde (Atual Itaporanga) para o de Faxina (Atual Itapeva).
Elevado a categoria de vila com a denominação de Conceição de Lavrinha, por Decreto Estadual no 192, de 08 de abril de 1891, desmembrado de Faxina. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 25 de abril de 1891.
Tomou a denominação de Itaberá por Lei Estadual n.º 975, de 20 de dezembro de 1905.
Cidade por Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Itaberá se compõe do Distrito Sede.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Itaberá permanece com o Distrito Sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto­lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Itaberá pertence ao termo judiciário de Faxina, da comarca de Faxina, e permanece com o Distrito Sede.
No quadro fixado, pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Itaberá é composto de 1 Distrito, Itaberá e pertence ao termo e comarca de Itapeva.
Em virtude do Decreto-lei Estadual n.º 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Itaberá ficou composto igualmente de 1 Distrito, Itaberá e pertence ao termo e comarca de Itapeva.
Permanece composto de 1 Distrito, Itaberá comarca de Itapeva, nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.
Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, cria o Distrito de Turiba do Sul e incorpora ao Município de Itaberá.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município figura é constituído de 2 Distritos: Itaberá e Turiba do Sul.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.
Fonte: IBGE

JOÃO BATISTA DE SOUZA OLIVEIRA

FALECIMENTO: 25/04/2016, ÀS 15:30 HS, EM ITAPETININGA.
60 ANOS, APOSENTADO, CASADO COM MARIA ELENA ANTUNES, FILHO DE JÚLIO DE SOUZA OLIVEIRA E DIRCE MAURÍCIO DE OLIVEIRA, DEIXOU OS FILHOS ALEXANDRE E LUCAS.
SEPULTAMENTO: 26/04/2016, ÀS 14:00 HS, NO CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.