quinta-feira, 13 de junho de 2019

A ESCOLINHA DA DONA NENÊ, EM TAIÚVA

A escolinha



O Antigo casarão que se localizava na Rua: Cel Cabral em frente a praça 9 de Julho era onde funcionava a antiga escolinha da Professora Iracema Lustoza Pires ( D. Nenê ) , sempre causou uma grande curiosidade por sua imponência. Passaram por ali dezenas de crianças que lá estudavam de graça , é difícil encontrar alguma criança de Taiúva que até o ano de 1976 não tenha estudado ali. 
Todos os pais faziam questão que seus filhos passassem pela escolinha da D. Nenê antes de entrarem no primeiro ano do grupo escolar. 
A escolinha era muito conhecida na cidade e funcionou por vários anos , mas a história do casarão é muito mais antiga. Ouvindo relatos de antigos moradores da cidade e familiares do Sr. Antonio Gonçalves Colletes que foi o que construiu o casarão. Sabe-se que o Sr. Antonio Gonçalves Colletes nascido em Portugal em 14/12/1863,veio com sua família para o Brasil ainda jovem e se tornou um dos maiores fazendeiros da região de Ayuruóca – MG e Andradina – SP, com mais de 500 Alqueires de terra , grande produtor de café e sabendo que na região de Jaboticabal – SP haviam terras muito férteis para o plantio de cafezais se estabeleceu no local adquirindo a Fazenda Boa Esperança por volta do ano de 1885 , nesta época Taiúva era parte de sua fazenda com milhares de pés de café. Na virada do século a produção de café que antes era escoada com animais começou a se modernizar com a chegada da estrada de ferro que no ano de 1902 cortou a fazenda Boa Esperança no lugar mais plano e assim começou a ser construído a estação ferroviária e as primeiras casas da vila de Ytaiúva.

Um passado cheio de curiosidades.
Com o surgimento da então Companhia Paulista de Estradas de Ferro , o Sr. Antonio Gonçalves Colletes que antes morava no casarão da Fazenda Boa Esperança resolveu mudar-se com sua esposa para a vila e após ser construída o prédio da Sociedade Portuguesa da qual fazia parte ( Sociedade Portuguesa alguns anos depois passou a ser o Cine Teatro Carlos Gomes ), resolveu construir sua casa bem em frente a futura praça e a Sociedade Portuguesa. Contratando os mesmos empreiteiros que construíram o prédio da Sociedade Portuguesa , ” The Texas ” Construtora de São Paulo , iniciou-se ali a construção do Casarão que ficou pronto em menos de um ano ( 1907 – 1908 ). O Sr. Antonio Gonçalves Colletes que era casado desde 27/01/1890 com a Sra. Anna Francisca do Sacramento Chaves Colletes , ficaram juntos por 35 anos, não tiveram filhos e foram os primeiros moradores do casarão onde viveram por 17 anos ate que o Sr. Antonio G. Colletes veio a falecer em Campinas onde se tratava de nefrite em 25/04/1925. Ficando viúva a Sra. Anna Colletes administrou os cafezais sozinha por dois anos morando no casarão após a morte de seu marido. D. Ana Colletes já com seus 55 anos conheceu o então telegrafista da Companhia Paulista de Estrada de Ferro Sr. Vicente José Nunes Netto com 24 anos de idade e contrariando toda sua família casou-se com ele no ano de 1927. Homem inteligente e educado diga-se de passagem , deixou o emprego de telegrafista na Companhia Paulista para ajudar a esposa a administrar o patrimônio , também escrevia artigos para o Jornal dos Irmãos Dallalana “O Taiuvense , O Taiúva “, chegando ate a escrever alguns livros sobre suas vivencias em Taiúva. Vaidoso e amante das coisas finas e requintadas viveu seus anos de casamento no luxo e na boa vida por vários anos. Excêntrico por natureza não economizava , viveu com D. Anna Colletes por 27 anos no casarão , também não tiveram filhos , com a decadência dos cafezais a renda do casal foi-se diluindo e ate que o Sr. Vicente Nunes Netto contraindo varias dividas começou a se desfazer das propriedades para efetuar o pagamentos das dividas e em poucos anos toda sua fortuna se acabou , restando somente o casarão onde morava. A Sra. Anna Colletes quando percebeu que a casarão onde morava era o único bem que lhe restava tentou colocar uma clausula na escritura para que o casarão nunca fosse vendido , pois afirmava que o casarão jamais teria outro dono , mas na época não foi possível , pois o casarão já estava penhorado. Um antigo funcionário do Sr. Antonio G. Colletes por nome Manoel Veiga, que era contador financeiro da Fazenda Boa Esperança acabou ficando com o casarão como pagamento de dividas trabalhistas. Sendo obrigados a sair do casarão D. Anna e o Sr. Vicente partiram para Jaboticabal e foram morar com a família do Sr. Vicente , mas retornaram algum tempo depois e foram morar em uma casa cedida de graça pelo Sr. Sergio Lançoni , pois o casal estava completamente na miséria. D. Anna morreu em 20/04/1958 aos 86 anos em Taiúva e o Sr. Vicente Nunes ao final de 31 anos de casamento foi para Jaboticabal onde trabalhou na Biblioteca municipal inclusive onde morou ate falecer em 1997. O casarão adquirido por Manoel Veiga foi vendido para o Sr. Domingos Pires , comerciante casado com D. Iracema L. Pires , professora , teve dois filhos o primeiro por nome Osny , faleceu com bem pouca idade depois tiveram um segundo filho e deram o mesmo nome Osny L. Pires. D. Nenê quando veio morar no casarão mudou sua escolinha que antes era ao lado da delegacia local para os fundos do casarão em um sobrado que ficava em cima da garagem. Ali moraram por vários anos ate que em um trágico acidente de automóvel no dia de sua formatura ( 1972 ) Osny Pires veio a falecer , três anos mais tarde em 1975 seu pai , o Sr. Domingos Pires também faleceu. D. Nenê parou de lecionar no ano de 1976 , depois viveu sozinha no casarão por 18 anos ate o fim de sua vida , faleceu no dia 20/06/1994 com 84 anos. 
Hoje o Casarão se encontra reformado funcionando como estabelecimento comercial mas ficou muitos anos abandonado.

Do site Taiúva/sp: O registro que a cidade merece.

TAÍÚVA TAMBÉM ANIVERSARIA HOJE:

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HISTÓRIA DO MUNICÍPIO

O surgimento de TAIÜVA está ligado ao avanço da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, na sua marcha de penetração, vindo de Jaboticabal e Barretos.
O primeiro núcleo de habitantes, de que se tem noticia dentro dos limites do atual Município de Taiúva, data de 1.901, quando o português Antonio Ribeiro Barata e Francisco Ribas, levantaram o primeiro esteio. Edificaram um barracão de madeira, onde montaram um armazém de secos e molhados e instalaram uma panificação.
Quando a ferrovia atingia a serra de Ibitirama, os trabalhadores e seus engenheiros supriam-se no armazém daqueles pioneiros. Novas construções foram surgindo e a paisagem começa a modificar-se.
Em 1.902, João Faria e José Mineiro, cortaram uma árvore, da propriedade do Senhor Pedro José Pedrinho, que depois de lavrada, fabricaram um cruzeiro com o qual foi levantado no local onde seria construída uma capela, onde então, atraídos pela fertilidade do solo, antevendo progresso com a inauguração da Estação da Paulista, começaram a aportar novas famílias.
Naquele local, onde a estação estava sendo construída, divisava-se com um tronco de cedro, a inscrição ITAYUVA.
Neste mesmo ano de 1.902 os habitantes do lugar promoveram a celebração de uma missa campal pelo vigário de Jaboticabal, Cônego Núncio; em fins de 1.902, quando a estrada de ferro já era uma realidade, o local já era conhecido por TAIÚVA, com a efetivação da construção de um edifício da Companhia Paulista. A estação estava inaugurada. Nova celebração foi promovida, era uma missa inauguradora da capela de cujos trabalhos datam de princípios de 1.903.
Concluída, foi adquirida uma imagem de Santo Antonio, escolhida pelos moradores como seu padroeiro. O primeiro capelão foi o Reverendíssimo Fernando Louzada, que exerceu o cargo até fevereiro de 1.911.
Sabe-se que desde 1.890 já haviam fixado residência e naquelas alturas donos de terra, os irmãos José, João, e Antonio Simões de Freitas, Antonio Basílio da Cunha, Antonio Zeferino Gonçalves e José Elias Lopes.
A primeira Professora em Taiúva foi a Senhora Ana de Oliveira Ferraz. Foi ela responsável pela formação cultural da primeira geração de Taiuvenses, sendo que muitos deles alcançaram um papel preponderante no campo da ciência, comércio e indústria, tais como: Dr. João Cambaúva, Dr. Dorival Cardoso etc...
Para se ter uma idéia do vertiginoso surto de progresso que Taiúva assistiu em apenas cinco anos, basta dizer que já em 1.907, a nossa população era de aproximadamente 1000 habitantes. Existiam mais ou menos 200 casas, numerosas fazendas de café, várias máquinas de beneficiar café e arroz, quatro hotéis, duas farmácias, dois médicos e um cirurgião-dentista. A estação da Companhia Paulista era a mais movimentada da região.
Em 8 de abril de 1.908, fundou-se o primeiro jornal, sendo seus diretores os Srs. Lindolpho Maia e Ernesto de Carvalho. Ao lado do jornal surgirem duas fábricas de cerveja e gasosa de propriedade dos senhores José Bordignon e Lopes e Ricardo.

site da PM local.

HOJE É ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE PRADÓPOLIS


Imagem relacionadaPradópolis faz aniversário hoje, dia de Santo Antônio de Pádua.
São 60 anos de histórias.
Os antecedentes históricos de Pradópolis se confundem no espaço e no tempo com a implantação da lavoura cafeeira, na região da Alta Mogiana. 
Por volta de 1865, o capitão Gabriel Diniz Junqueira chega à região e inicia a formação da fazenda Santa Maria, com quatorze mil alqueires de café. 
Os primitivos habitantes do lugar eram os índios Jés, dos Tapuias, Caiapós. Em 1873, com a morte do Capitão Gabriel Junqueira, sua viúva vendeu a Fazenda Santa Maria ao Rodrigo Pereira Barreto, que mudou o nome para Fazenda El Dourado. 
Em 1889, passou para as mãos da família Antônio da Silva Prado, cria-se então a Fazenda São Martinho.
Em 1905, São Martinho já possuía 3,5 milhões de pés de café, sendo considerada a segunda maior Fazenda de Café do mundo, só suplantada pela Fazenda Dumont, com 5 milhões de pés. Também em 1905, por determinação do Coronel Henrique Ribeiro, gerente da Fazenda São Martinho, o engenheiro italiano Júlio Macozzi, executa o traçado de uma vila, em terras da fazenda. Nascia Pradópolis. Para incentivar o crescimento da vila, também foi traçado um loteamento agrícola, o Capão Grande, bem próximo do local.
A imigração foi a solução para o problema da falta de mão-de-obra. E assim, por volta de 1907, começa a Fazenda São Martinho a receber os primeiros imigrantes europeus, destacando-se, pela quantidade, os italianos e mais tarde os japoneses.
No final de 1928, no lugar da primitiva capela é construída a Igreja Matriz. Seu construtor foi Bepino Gerólamo. Animadas quermesses marcaram as campanhas para arrecadação de fundos para sua construção. Ser convidado para “festeiro” era considerado uma honra e motivo de orgulho nessas quermesses. Santo Antônio é o padroeiro.
Em 1945, o fim do ciclo do café decretou a extinção dos cafezais da Fazenda São Martinho, em seu lugar cria-se uma usina de açúcar, e isso é uma guinada fundamental nos destinos de Pradópolis. A cultura da cana-de-açúcar se incorpora à economia do município a partir de 1948, com a Usina São Martinho.
Pela Lei 5.285, de 18 de fevereiro de 1958, o distrito de Pradópolis é elevado a município, comarca de Guariba. Foi adotado o dia 13 de junho, dia do padroeiro do município, Santo Antônio de Pádua, como data das comemorações civil e religiosa da cidade.

Fonte: site da PM local.


PASSAMENTOS:


Imagem relacionadaGABRIEL JOSÉ ARAÚJO CRUZ
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 09h07, EM ITAPETININGA.
2 DIAS DE VIDA, ERA F
ILHO DE ANDRE LUIZ DA CRUZ E DAIANE DE OLIVEIRA ARAÚJO CRUZ.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 09h00, NO 
CEMITÉRIO MUNICIPAL DE ALAMBARI.

Imagem relacionadaTAILA THOMAZ DA SILVA
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 11h21, EM ITU.
30 DIAS DE VIDA, ERA 
FILHA DE ADILSON ALVES DA SILVA E BEATRIZ THOMAZ DE BRITO.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 10h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

ANÍSIO COSTA CARMO
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 20h30, EM ITAPETININGA.
69 ANOS, 
APOSENTADO, 
CASADO COM ARLETE DE FÁTIMA MORAES BECKER, 
FILHO DE ANTONIO COSTA CARMO E APARECIDA MARIA FRANCISCA COSTA, 
DEIXA A FILHA CRISTINA.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 15h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM GUAREÍ.

JOÃO GOMES
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 22h20, EM CAPÃO BONITO.
78 ANOS, 
APOSENTADO, 
VIÚVO DE HILDA DE ALMEIDA GOMES, 
FILHO DE JOSÉ GOMES E BRASÍLIA MENDES DE PROENÇA, 
DEIXA OS FILHOS: CLÁUDIO, NEIDE E EVELI.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 16h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM CAPÃO BONITO.

MAGIN VALENCIA SIOTA
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 16h25, EM SOROCABA.
79 ANOS, 
APOSENTADO, 
CASADO COM SILVANA MARIA CAFUNDÓ VALENCIA SIOTA, 
FILHO DE DELFIN VALENCIA PEREZ E ROSALIA SIOTA GANDARA, 
DEIXA AS FILHAS MARIA CLARA E SOFIA.
VELÓRIO: NA IGREJA CATEDRAL NOSSA SENHORA DOS PRAZERES.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 16h00, NO 
CEMITÉRIO DO SANTÍSSIMO, EM ITAPETININGA.

RUY ALMEIDA FRANÇA
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 18h00, EM ITAPETININGA.
83 ANOS, 
APOSENTADO, 
CASADO COM APARECIDA CATARINA PEREIRA FRANÇA, 
FILHO DE JOÃO FRANÇA E SEBASTIANA ALMEIDA FRANÇA, 
NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 14h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

ODETE DIOLINDA DA SOLEDADE
FALECIMENTO: 13/06/2019, ÀS 00h00, EM ITAPETININGA.
90 ANOS, 
APOSENTADA, 
VIÚVA DE ELIAS SALUSTIANO DE ARAÚJO, 
FILHA DE ANTONIO FERREIRA EDUARDO E JOSEFA DIOLINDA DA SOLEDADE, 
DEIXA OS FILHOS: FRANCISCO, AGENOR, NIVALDO E ANGELITA.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 16h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

Fonte: Funerária Camargo.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

PASSAMENTOS:

ORESTES MACHADO
FALECIMENTO: 11/06/2019, EM INDAIATUBA.
96 ANOS, 
APOSENTADO, V
IÚVO DE CINYRA DE ARAÚJO MACHADO, 
FILHO DE FRANCISCO MACHADO E MARIA VIEIRA MACHADO, 
DEIXA OS FILHOS ELIZABETE E JOSÉ ROBERTO.
SEPULTAMENTO: 12/06/2019, ÀS 17h00, NO 
CEMITÉRIO DO SANTÍSSIMO, EM ITAPETININGA.

MARGARIDA MACHADO
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 04h49, EM ITAPETININGA.
63 ANOS, 
AUTÔNOMA, 
VIÚVA DE JOÃO FERREIRA DA SILVA, 
FILHA DE ELIDIO TERULIANO MACHADO E JOVINA MARIA DA CONCEIÇÃO, 
DEIXA OS FILHOS: IVAN, WANDERLEY, VANDA, VANDERLÉIA E CLÉLIA.
SEPULTAMENTO: 13/06/2019, ÀS 08h00, NO 
CEMITÉRIO DO BAIRRO GRAMADINHO, EM ITAPETININGA.

MARIA IVONETE DO NASCIMENTO
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 01h45, EM CAPÃO BONITO.
67 ANOS, 
APOSENTADA, 
VIÚVA DE JOÃO PEDROSO DO NASCIMENTO, 
FILHA DE JORGE PUCCI E MARIA LÚCIA DO PRADO, 
DEIXA OS FILHOS: JOSIANE, ELIAS, ISAÍAS, ROSA E JOSIAS.
SEPULTAMENTO: 12/06/2019, ÀS 15h00, NO C
EMITÉRIO DA SAUDADE, EM CAPÃO BONITO.

Fonte: Funerária Camargo.

PASSAMENTOS:

Imagem relacionada

LORENA VITÓRIA DO AMARAL
FALECIMENTO: 11/06/2019, ÀS 09h25, EM SOROCABA.
COM APENAS 
14 DIAS DE VIDA, ERA FIL
HA DE HENRIQUE FERNANDO DO AMARAL E PÂMELA CRISTINA DO AMARAL.
SEPULTAMENTO: 12/06/2019, ÀS 08h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ANGATUBA.


VERA LÚCIA MOMBERG
Imagem relacionada
FALECIMENTO: 12/06/2019, ÀS 01h25, EM ITAPETININGA.
64 ANOS, 
APOSENTADA, 
CASADA COM LUIZ CARLOS PANDAGIS, 
FILHA DE JOÃO MOMBERG E EMÍLIA SOARES MOMBERG, 
DEIXA OS FILHOS: SORAYA, CARLA E LUCIANO.
SEPULTAMENTO: 12/06/2019, ÀS 16h30, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

Fonte: Funerária Camargo.

terça-feira, 11 de junho de 2019

PASSAMENTOS:

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NILZA MATIAS GUZMAN
FALECIMENTO: 10/06/2019 ÀS 22h40 EM ITAPETININGA.
47 ANOS, 
AUTÔNOMA, 
CASADA COM FELIX SANDRO GUZMAN GRAGEDA, F
ILHA DE FRANCISCO MATIAS E MARINA PEREIRA MATIAS, 
NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 11/06/2019, ÀS 17h30, NO C
EMITÉRIO DO SANTÍSSIMO, EM ITAPETININGA.

JOSÉ VIEIRA
FALECIMENTO: 11/06/2019, ÀS 06h54, EM ITAPETININGA.
65 ANOS, A
POSENTADO, 
CASADO COM APARECIDA DE FÁTIMA VIEIRA, 
FILHO DE LÁZARO VIEIRA E MALVINA CÂNDIDA DO ESPÍRITO SANTO, 
DEIXA OS FILHOS: SIDNEI, EDNEIA E BRUNO.
SEPULTAMENTO: 11/06/2019, ÀS 16h30, NO 
CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ,  EM ITAPETININGA.

RODRIGO PROENÇA DE QUEIROZ
FALECIMENTO: 11/06/2019, ÀS 02h10, EM ITAPETININGA.
30 ANOS, 
SERVIÇOS GERAIS, 
SOLTEIRO, 
FILHO DE RENATO MEDEIROS DE QUEIROZ E VERA XAVIER DE PROENÇA QUEIROZ, 
NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 11/06/2019, ÀS 17h15, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

CLAUDINEY MALAVAZZI
FALECIMENTO: 11/06/2019, ÀS 10h55, EM ITAPETININGA.
88 ANOS, 
APOSENTADO, 
APOSENTADO, 
FILHO DE JOSÉ MALAVAZZI E JOSEFINA DALBONI, 
DEIXA OS FILHOS: SANDRA, RITA, JOSÉ, ROSANE, LOURDES E CLÁUDIO.
SEPULTAMENTO: 12/06/2019, ÀS 09h00, NO 
CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ,  EM ITAPETININGA.

Fonte: Funerária Camargo.