sábado, 17 de agosto de 2013

PASSAMENTOS EM ANGATUBA


JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS
DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 16/08/2013, ÀS 22:15 HORAS, EM ANGATUBA.
63 ANOS, ERA
 CASADO COM A SRA. TEREZA LEITE DOS SANTOS.
FILHO DE EDUARDO RODRIGUES DOS SANTOS E ANA LÚCIA DE ANDRADE, 
DEIXA OS FILHOS MARIA E CARLOS.
O SEPULTAMENTO SERÁ REALIZADO LOGO MAIS, ÀS 15:30 HORAS, 
CEMITÉRIO MUNICIPAL, EM ANGATUBA.

JOÃO MARIANO NETO
DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 16/08/2013, ÀS 17:17 HORAS, EM ANGATUBA.
75 ANOS, ERA
 CASADO COM A SENHORA ANA BATISTA MARIANO.
FILHO DE MARCILIANO DA SILVA E MARIA LUIZA DA CONCEIÇÃO, 
DEIXA OS FILHOS: ADÉLIO, JOÃO, HELENA, ELIZABETE, BENEDITO AMAURI, EDNA E ELIAS.
SEPULTAMENTO LOGO MAIS, ÀS 17 HORAS, NO 
CEMITÉRIO MUNICIPAL, EM ANGATUBA.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O INTERIOR E SUAS MAGIAS




Acima, a Cachoeira dos Sete Reis, em Apiaí, que possui queda d’água de 15 metros.
Abaixo, também em Apiaí, a Caverna Santana, uma das mais 
belas e ricas em ornamentação.
Do site: Viagens e Turismo.

CAMPINA DO MONGE ALEGRE, DE SÃO ROQUE


O município de Campina do Monte Alegre foi desmembrado de parte do território de Angatuba.
A área assemelha-se a um apêndice situado a sul do centro geográfico e foi criado pela Lei Estadual nº 7.664, de 30 de dezembro de 1.991. 
O município foi instalado em 1.993.
Remontando às origens, por volta de 1.870, habitavam as margens dos Rios Itapetininga e Paranapanema as f
amílias Gomes e Libâneo, proprietárias de terras. 
Onório Gomes tinha apenas cinco anos quando saiu de sua casa em busca de animais pelos campos e acabou encontrando a imagem de um santo dentro de um cupim; n
a segunda vez que esteve no local, Onório acabou carregando a imagem para casa. Era a imagem de São Roque, uns 20 cm, envolvida por um manto vermelho.
Tempos depois, as famílias Gomes e Libâneo decidiram construir uma Capela onde tinha sido achada a imagem. 
A capela de São Roque foi construída de pau à pique e coberta com folhas de indaiá. 
Formou-se ali um pequeno arraial.
José Libâneo, Maria Martins Vieira, Domingos Soares Camacho, Manoel Antunes Rodrigues, Elias Seabra de Lima e Maria Theodoro de Arruda doaram as terras para formação do povoado em 1.912 e, a partir daí, o local passou a ser chamado de "Terras de São Roque". 
Havia também na região uma outra família, a família Aranha, que dizia ser proprietária das Terras de São Roque.
Devido a isso, o local recebeu o apelido de "Campina dos Aranhas".
"Campina dos Aranhas" foi rota do caminho ao sul, muitos tropeiros que por aqui passavam, acabavam por hospedar-se nos campos, deixando forte influência gaúcha.
Dois lugares são extremamente cultuados no lugar: o encontro das águas e a queda d'água. 
O encontro das águas acontece quando o rio Itapetininga deságua no rio Paranapanema ao pé de um monte, que é um marco, pois é avistado de todos os pontos do povoado. Por isso os moradores decidiram mudar o nome da cidade e incluir o monte nesse novo nome, para eles o monte era motivo de grande alegria, embelezava a cidade: o nome de Campina do Monte Alegre.
Campina do Monte Alegre foi emancipada por uma comissão presidida por Jorge Alberto Ferreira em 19 de maio de 1.991.

ANGATUBA, MORADA DOS ESPÍRITOS


Angatuba foi fundada em 1.862, quando o capitão José Marcos de Albuquerque comprou por duzentos e cinquenta mil réis, um vasto terreno de matas virgens de propriedade de Maria Genoveva dos Santos e seus herdeiros João Martins dos Santos e Domingos Leite do Prado. 
Nessa época, o terreno situado no município de Itapetininga, chamava-se "Bairro Palmital".  Ali, José Marcos de Albuquerque juntamente com Teodoro Arruda, Salvador Pereira de Albuquerque, Salvador Rodrigues, Felisberto Ramos, Teodoro Rodrigues, José Vicente Ramos e Domiciano Ramos iniciaram a construção de uma capela, a qual foi interrompida com o falecimento do Capitão José Marcos de Albuquerque, mas retomada após a viúva, D. Paula Maria de Camargo, casar-se com o tenente-coronel Tomás Dias Batista Prestes.
O coronel Prestes constituiu comissão para retomada da construção com o Alferes José Antônio Vieira, Salvador Ferreira de Albuquerque, Salvador Rodrigues dos Santos, Teodoro José Vieira e Domiciano Ramos; apoiados pela população, concluíram a construção da capela feita em madeira que foi denominada "Capela do Ribeirão Grande do Palmital". E este foi o segundo nome dado a Angatuba: "Capela do Ribeirão Grande do Palmital".
Tomás Dias Batista Prestes presenteou a comunidade com um pombo de prata, imagem que representa o Divino Espírito Santo, que se tornou o padroeiro da capela.
Em 11 de março de 1.872, a lei provincial nº. 7 elevou o povoado à categoria de Freguesia do Espírito Santo da Boa Vista.
Em maio de 1.873, o tenente Tomás Dias Batista Prestes, consegue a escritura do terreno da capela e em setembro o terreno é anexado ao patrimônio da "Capela do Espírito Santo da Boa Vista".
Em 1.885 a Freguesia teve anexado território desmembrado de Itapetininga e foi elevada a município pela lei nº. 27, de 10 de março do mesmo ano, instalando-se em 05 de fevereiro de 1.887.

Em 1.908, a lei n. 115, alterou o nome para Angatuba que, em tupi-guarani significa "assembleia dos espíritos", "morada dos espíritos" ou "mansão das almas". 
Em outra vertente do tupi-guarani, segundo alguns historiadores, angatuba também significa "fruta-doce" (anga= fruta; e tuba = doce).
O primeiro vigário da paróquia da Vila foi o padre Caetano Tedeschi.
A Comarca, criada pela lei 5.285 de 18 de fevereiro de 1.959, só foi instalada no dia 29 de maio de 1.966.
A cidade de Angatuba faz aniversário todo dia 11 de março.

APIAÍ, O "RIO MENINO"

Distante da Capital cerca de 343 Km, Apiaí tem uma história até romântica.
Conta-se que Francisco Xavier da Rocha, obrigado a fugir de Minas Gerais, onde havia sido Capitão-Mor de um de seus arraiais por crime ali praticado, veio parar na região, com seus 150 escravos, fundando ali um pequeno povoado.
Ficou sabendo da existência de ouro nas nascentes do Rio Apiaí (Rio Menino, na língua tupi-guarani).
Estabeleceu-se em Capoeiras (hoje, Distrito de Araçaíba - Apiaí - SP), tendo depois seguido adiante onde fundou uma das primeiras povoações que dariam origem ao município de Apiaí, só que o nome era Santo Antonio das Minas.
Em 1.770, o Governador D. Luiz Antonio de Souza Botelho de Moura elevou o povoado á categoria de Vila com nova denominação: Santo Antonio das Minas de Apiaí.
A primitiva vila que deu origem á cidade de Apiaí, localizou-se em três lugares diferentes, sendo a mais antiga, hoje conhecida como Vila Velha dos Peões: compunha-se de escravos e aventureiros.
Outra povoação fundara-se junto ao Morro do Ouro, onde mais tarde ocorreu um desmoronamento; cerca de 100 pessoas morreram soterradas.
Paralisou-se a mineração, que mal dava para suprir a ambição de todos os exploradores, principalmente estrangeiros: ingleses, americanos e japoneses).
Começou a dedicação do povo à lavoura.
Esses núcleos foram elevados à categoria de municípios.
Desde 1.771, constituíram-se os territórios de Ribeira, Iporanga e parte do Paraná( cidades estas que hoje fazem parte do Parque Estadual Turístico do Vale do Ribeira - PETAR).
Apiaí aniversaria no dia 14 de agosto.

BURI, DE BURITI


Densidade demográfica (hab./km²): 14,75
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 29,34
Expectativa de vida (anos): 65,27
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 3,20
Taxa de Alfabetização: 86,96%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,701
IDH-M Renda: 0,636
IDH-M Longevidade: 0,671
IDH-M Educação: 0,797
(Fonte: IPEADATA)

O município de Buri limita-se com 
Paranapanema, Angatuba, Campina do Monte Alegre, Itapetininga, Capão Bonito, Taquarivaí e Itapeva.
Localiza-se distante cerca de 
200 km da Capital.
A origem de Buri data de 1.782, a partir da doação a Inácio Xavier Luiz de uma extensa sesmaria, nas proximidades do rio Apiaí. 
Fortunato Ferreira de Albuquerque aparece com destaque no início do processo de povoamento da região.
A construção da capela de São Roque, entre os anos de 1.884 e 1.886, tornou evidente o interesse e a disposição dos habitantes em constituir as bases do futuro município. 
Pouso de tropeiros que vinham do sul do país em direção a Itapetininga e Sorocaba, em 1.887 foi fundado o povoado denominado Porto de Apiaí, cujo nome foi alterado para Buri, ao
 ser elevado a distrito, em 20 de novembro de 1.907, do município de Itapeva.
Buri, o nome, teve origem de buriti, espécie de palmeira que abundava a região. 
Com a  chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana e consequente progresso, Buri tornou-se município em 1º de dezembro de 1.921. 
Por volta de 1.926, sofreu uma crise provocada pela interrupção da comunicação rodoviária com Capão Bonito.
O município sofreu muito com a revolução de 32.
Sua economia, que esteve inicialmente voltada para a cultura e o beneficiamento do algodão, passou depois a se concentrar na agropecuária e na extração da madeira.
Aniversário da Cidade: 25 de Janeiro.

PASSAMENTOS EM ITAPETININGA:



– MARIA DE LURDES DOS SANTOS
DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 14/08/2013, ÀS 15:15 HORAS, EM ITAPETININGA.
SOLTEIRA., 
68 ANOS, ERA FILHA DE GERALDO DOMINGOS DOS SANTOS E MARIA INÊS DA SILVA E DEIXA A FILHA ELAINE. 
SEPULTAMENTO: LOGO MAIS, ÀS 15 HORAS.
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

– INÊS DA SILVA FERRAREZI
DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 14/08/2013, ÀS 22 HORAS, EM ITAPETININGA.
87 ANOS.
VIÚVA DO SENHOR JOÃO FERRAREZI.
FILHA DE ACHILES MARIANO SILVA E MARIA VIEIRA DA SILVA. 
DEIXA A FILHA LAÍS.
SEPULTAMENTO: LOGO MAIS, ÀS 16 HORAS.
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.

- HERMELINDA VIEIRA DA SILVA MELO

DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 15/08/2013, ÀS 06:00 HORAS, EM ITAPETININGA.
93 ANOS. 
VIÚVA DO SENHOR BONIFÁCIO VICENTE DE MELLO.
FILHA DE JOSÉ VIEIRA DA SILVA E AMÉLIA ARANTES, 
DEIXA OS FILHOS: JOSÉ ROBERTO, CARLOS EDUARDO E MARIA DO CARMO.
SEPULTAMENTO: LOGO MAIS, ÀS 17 HORAS.
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA

– CORNÉLIO DA CRUZ

DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 15/08/2013, ÀS 16:30 HORAS, EM ITAPETININGA.
69 ANOS, SOLTEIRO.
FILHO DE JUVENAL DA CRUZ E MARIA APARECIDA DA CRUZ, NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 16/08/2013, ÀS 13 HORAS.
CEMITÉRIO MUNICIPAL DO GRAMADINHO.


- APARECIDA MARIA TEODORO

DATA/LOCAL DO FALECIMENTO: 15/08/2013, ÀS 18:20 HORAS, EM SÃO PAULO.
61 ANOS.
DIVORCIADA.
FILHA DE HÉLIO TEODORO E ANTONIA ISRAEL TEODORO.
DEIXA AS FILHAS CARLA E CAMILA.
SEPULTAMENTO: 16/08/2013, ÀS 17 HORAS.
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.