ESPAÇO VOLTADO AO INTERIOR DE SÃO PAULO: GENTE, CIDADES, HISTÓRIAS E MEMÓRIAS.
domingo, 7 de abril de 2019
ALEXANDRE QUER SABER SOBRE O CEMITÉRIO DE PRESIDENTE VENCESLAU

"Em especial um grande e saudoso abraço a todas as famílias imigrantes que viviam e ajudaram a construir Presidente Venceslau, em especial a Família HERTER, johannes e Mathilde; Família Hoffman; Bayer; Walter Saifer, e tantos outros.
Lembro ainda a existência de vários outros colonos que se instalaram na colonia Aimoré Águas da Colonia e a Colonia seca.
Peço a colaboradores que viveram ou guardam documentos da época de 1945 que caso tenham alguma informação sobre o cemitério de Venceslau que me apresente, pois em anos passado houve um incêndio do local que acabou por destruir as plantas dos túmulos, e com isso várias covas ficaram sem identificação; foi o caso de minha Avó Mathilde Herter. Agradeço a quem puder ajudar.
CELIA MARINA SIMÕES E UM PEQUENO RELATO DE SUA VIDA EM BEBEDOURO

"Minha terra natal.
Nasci em 1956 e morei em Bebedouro até final de 1974. Estudei no Grupo Escolar Abílio Manoel, Sesi (5a. série), Ginásio Industrial Estadual Prof. Stelio Machado Loureiro (onde minha mãe trabalhava) e Colégio Anjo da Guarda. Lembro que no Dispensário de Tuberculose era raro fazer radio x do pulmão, o mais comum era o teste de mantoux. Meu avô Arnaldo Simões (conhecido como Douradão) foi chefe da Cia Paulista de Estrada de Ferro e colocou os 6 filhos para trabalhar lá: 2 aposentaram, 2 faleceram na ativa e 2 saíram para trabalhar em outros locais.
Meus pais Oscar Simões e Maria Conceição Simões e avós maternos Mauro Pionato Brasileiro (Mauro lenhador pq tinha uma lenhadora) e Wenceslina Henrique Barbosa (conhecida como Tita).
Este avô foi criado pela família do capitão Venâncio Antunes. De alguma forma, quero deixar registrado minha eterna gratidão e boa lembrança a família de Maud Fragoas.
Amo minha Cidade Coração."
Celia Marina Simões.
PASSAMENTOS:
DIRCE DE OLIVEIRA ANTUNES
FALECIMENTO: 07/04/2019, ÀS 02h00, EM ITAPETININGA.
72 ANOS,
PENSIONISTA,
VIÚVA DE LICÍNIO ANTUNES,
FILHA DE MOACIR FLORÊNCIO DE OLIVEIRA E MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA,
DEIXA OS FILHOS: EDEMARA, DENILSON, DJALMA, ELIZÂNGELA, ELIS REGINA, ELIZABETE, PEDRO, BENEDITA E DULCINÉIA.
SEPULTAMENTO: 07/04/2019, ÀS 16h00, NO
CEMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.
JAIME EDWARD PIEKUT
FALECIMENTO: 06/04/2019, ÀS 13h33, EM AVARÉ.
63 ANOS,
APOSENTADO,
UNIÃO ESTÁVEL COM TEREZA DE JESUS VENÂNCIO AIRES,
FILHO DE RYSZAERD PIEKUT,
NÃO DEIXA FILHOS.
SEPULTAMENTO: 07/04/2019, ÀS 13h30, NO
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ANGATUBA.
Fonte: Funerária Camargo.
sábado, 6 de abril de 2019
PASSAMENTOS:
JOSÉ BENTO BRAZ
FALECIMENTO: 05/04/2019, ÀS 22h15, EM CAPÃO BONITO.
64 ANOS,
APOSENTADO,
DIVORCIADO,
FILHO DE BENTO EUGÊNIO BRAZ E MARIA RODRIGUES BRAZ,
DEIXA O FILHO ADELSON.
VELÓRIO: NA RESIDÊNCIA.
SEPULTAMENTO: 06/04/2019, ÀS 15h30, NO
CEMITÉRIO DO BAIRRO TAQUARAL ABAIXO, EM CAPÃO BONITO.
DOMINGOS FELIPE ROSÁRIO
FALECIMENTO: 05/04/2019, ÀS 16h50, EM ITAPETININGA.
88 ANOS,
APOSENTADO,
UNIÃO ESTÁVEL COM FILOMENA MARTINHA DE PONTES,
FILHO DE LOURENÇO FELIPE DO ROSÁRIO E RITA PAULO DA COSTA,
DEIXA OS FILHOS: JOÃO, JOSÉ, BENEDITO, ELIZABETH, MARIA DE FÁTIMA, CLÁUDIA, ROSANA, LUIZ CARLOS E CARLOS ROGÉRIO.
SEPULTAMENTO: 06/04/2019, ÀS 13h00, NO
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.
IDA BORTOLUSSI
FALECIMENTO: 05/04/2019, ÀS 21h00, EM ITAPETININGA.
96 ANOS,
APOSENTADA,
VIÚVA DE ANESTOR DE SOUZA,
FILHA DE GIORDANO BORTOLUSSI E AUGUSTA PIGNATA,
NÃO DEIXOU FILHOS.
SEPULTAMENTO: 06/04/2019, ÀS 17h00, NO
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.
CECÍLIA DE ALMEIDA MENDES
FALECIMENTO: 05/04/2019, ÀS 20h15, EM ITAPETININGA.
78 ANOS,
PENSIONISTA,
VIÚVA DE ALBANO PEREIRA MENDES,
FILHA DE BENEDITO DE ALMEIDA E MARGARIDA SILVA DE ALMEIDA,
DEIXOU OS FILHOS: MARLI, FRANCISCO, NADIR E LAUDICÉIA.
SEPULTAMENTO: 06/04/2019, ÀS 15h00,. NO
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ITAPETININGA.
JOSÉ MARIA DA CRUZ
FALECIMENTO: 05/04/2019, ÀS 05h40, EM SÃO PAULO.
60 ANOS,
APOSENTADO,
VIÚVO DE IRMA ANTUNES SANTOS CRUZ,
FILHO DE DORVALINO OLIVEIRA DA CRUZ E TEREZA ANTUNES FERREIRA DA CRUZ, N
ÃO DEIXOU FILHOS.
SEPULTAMENTO: 06/04/2019, ÀS 11h00, NO
CEMITÉRIO MUNICIPAL DE BURI.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
SINDICATO DOS JORNALISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO E A LEMBRANÇA DE HERZOG


25 de outubro
O jornalista Vladimir Herzog (1937-1975) era diretor do Departamento de Jornalismo da TV Cultura e, segundo consta do Relatório Final da Comissão Municipal da Verdade, foi torturado até a morte pelos militares nas instalações do Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em 25 de outubro de 1975.
Sua morte gerou uma onda de protestos que levou o presidente Ernesto Geisel a intensificar o processo de abertura política.
Construído por crianças da ONG Projeto Âncora, o mosaico faz uma releitura do quadro de mesmo nome, pintado por Andreato, que desde 1981 adorna as paredes do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo.
Chamados pelo artista de “Pietà sem Madonna” ou “Guernica brasileiro” (em referência às obras de Michelangelo e Picasso), quadro e mosaico inspiram-se na foto de Herzog morto e retratam o corpo do jornalista cercado por instrumentos de tortura.
Nascido em 1946, Elifas Andreato começou a atuar como artista em 1965 e, desde então, produziu mais de 400 trabalhos.
Fez parte da equipe de criação de diversas publicações, tanto da grande mídia como da imprensa alternativa, e elaborou capas de discos para os mais importantes nomes da Música Popular Brasileira.
Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural e, dois anos depois, o Prêmio Especial Vladimir Herzog pelo conjunto de sua obra.
OBRA DE HENRIQUE MANZO, DE S.B.C.
Manhã de Sol em São Paulo, 1925
Pintor, desenhista e cenógrafo, Henrique Manzo nasceu em São Bernardo do Campo (SP), em 1896.
Formou-se no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, em 1917, e depois tornou-se aluno de Alfredo Norfini.
Em 1922, participou da fundação da Sociedade Paulista de Belas Artes.
Como cenógrafo, trabalhou para Ana Pavlova, Procópio Ferreira, Froes e para a Companhia Elsa Garide.
Foi professor da Escola Paulista de Belas Artes e atuou como pintor e restaurador do Museu do Ipiranga.
Em 1944, auxiliado por seu irmão, fez a decoração da Igreja de São Bento em Marília.
Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural.
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