segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PASSAMENTOS:

JOAQUINA MARIA DA CUNHA
FALECIMENTO: 23/10/2017/ 10h15/ CAPÃO BONITO.
66 ANOS, 
APOSENTADA, 
VIÚVA DE EURICO FERNANDES DA CUNHA, 
FILHA DE ANACLETO FAGUNDES JACOME E IZABEL MARIA DE JESUS, 
DEIXOU OS FILHOS: ALEXANDRE, REINALDO, CELINO, CESAR, SOLENE,CLODOALDO E ADELINO. 
SEPULTAMENTO: 23/10/2017, ÀS 17h00, NO 
CEMITÉRIO DA SAUDADE, EM CAPÃO BONITO.

TERESA CAMARGO DOS SANTOS PINTO
FALECIMENTO: 23/10/2017/ 14h15/ANGATUBA.
61 ANOS, 
PENSIONISTA, 
CASADA COM NIVALDO FRANCISCO RODRIGUES, 
FILHA DE JOSÉ CAMARGO DOS SANTOS E MARIA PAULA DOS SANTOS, D
EIXOU OS FILHOS: ANDRÉ, ADRIANO E RAFAEL. 
SEPULTAMENTO: 24/10/2017, ÀS 10h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM ANGATUBA.

CARNAVAL CAMPINAS

SOROCABA E SEUS PONTOS HISTÓRICOS

Mosteiro de São Bento



A Capela em louvor à Nossa Senhora da Ponte, iniciada em 1654 pelo Bandeirante Baltazar Fernandes e ao redor da qual formou-se o povoado. Faz parte do conjunto denominado Mosteiro de São Bento, cuja a construção em taipa, de paredes irregulares, já atravessou várias gerações e se traduz em marco importante da história. 
A capela com altar trabalhado em ouro, guarda os despojos do fundador da cidade.

Catedral


Construída há 200 anos, a Igreja Catedral de Sorocaba tem notável arquitetura.
Sua nave principal possui a imagem da padroeira da cidade, em estilo barroco de 1771. No interior pinturas de Ernesto Tomazzini (1930) e de Bruno Giusti (1949).
O gigantesco sino, instalado em sua torre, foi fundido em Sorocaba (1940), pelos irmãos Samassa, que utilizaram 50 quilos de ouro visando a qualidade sonora. 
Por vários anos ficou mudo, uma vez que seu toque abalava a estrutura da torre, a qual mereceu reforços.

Museu Histórico Sorocabano


Instalado na casa que pertenceu a Domitila de Castro, a "Marquesa de Santos", é um raro exemplar arquitetônico, reportando as tendências de 1780. 
Reúne escritos e objetos raros da história e da pré-história de Sorocaba. 
Desde de junho de 1986, a casa, bem como parte do seu acervo, vem merecendo minuciosa restauração pela equipe de manutenção da Secretaria de Educação e Cultura do Município, sob a orientação do CONDEPHISO - Conselho de Defesa do Patrimônio de Sorocaba.

Estação de ferro de Sorocaba



A estação de Sorocaba era o ponto final da linha original da Sorocabana, que não por acaso tem esse nome: a idéia original dos donos era ligar Sorocaba a São Paulo pelo caminho mais curto.
Em 1876, a linha já se estendia até Villeta (George Oetterer), e foi seguidamente sendo prolongada até atingir, em 1922, o rio Paraná, em Presidente Epitácio. Inicialmente sede das oficinas da linha, estas foram, em 1903, transferidas para a estação de Mairinque. Em 1929, o prédio original foi reformado e transformou-se no atual, tornando-se um dos maiores edifícios de toda a linha. Ainda funcionou como uma estação tradicional, vendendo bilhetes, embarcando e desembarcando passageiros até a entrada de operação da Ferroban, no final de 1998.
Da estação de Sorocaba sai a E. F. Votorantim, pertencente originalmente à Votorantim e hoje operada pela Ferroban. Embora o trem de passageiros da linha-tronco tenha sido desativado em 16/01/1999, Sorocaba continuou embarcando os passageiros da linha Sorocaba-Apiaí, que seguia pelo antigo ramal de Itararé, até 01/03/2001, quando esse trem também foi suprimido. O pátio e a estação estiveram abandonados e ameaçados até de demolição. 
No final de 2005, a Prefeitura de Sorocaba conseguiu negociar com a RFFSA a compra e a posse provisória da estação para ser restaurada, mas o abandono prossegue.


Marco da Revolução Liberal


Em 1842, a Câmara Municipal, a Guarda Nacional e o povo se revoltaram contra as decisões do Governo de D. Pedro II e elegeram Raphael Tobias de Aguiar como Presidente da Província. 
Tobias marchou para São Paulo com mil soldados, mas Caxias entrou na ponte do rio Sorocaba, sem derramamento de sangue. Dizem as placas:

1 - "Neste Largo, na manhã do dia 17 de maio de 1842, sob a chefia de Rafael Tobias de Aguiar, o povo sorocabano proclamou a Revolução Liberal em defesa dos ideais de liberdade na pátria brasileira".
2 - "Paulistas! Os fidelíssimos sorocabanos vendo o estado de coação a que se acha reduzido o nosso Augusto Imperador D. Pedro II, por esta oligarquia sedenta de mando, de riqueza, acabam de levantar a voz, elegendo-se Presidente Interino da Província, para debelar essa hidra de trinta cabeças, que por mais de uma vez tem levado o país à borda do abismo..." (da proclamação de Tobias de Aguiar à Província).

Obelisco do Fórum


Este monumento foi erguido em homenagem aos pracinhas que participaram da 2ª Guerra Mundial.
Situa-se na Praça Frei Barauna, no centro da cidade, conhecida também como Praça do Fórum Velho, pois logo atrás do Obelisco, está o belíssimo edifício da Casa da Cultura, onde por longos anos funcionou o Fórum de Sorocaba.
Diz a placa: "Associação dos Ex-Combatentes do Brasil - Secção de Sorocaba. À Pátria tudo se dá e nada se pede. Heróis que Sorocaba enviou aos campos de batalha da Itália, durante a 2ª Guerra Mundial: 1944 - 1945".


Monumento a Baltazar Fernandes


Inaugurado em 15 de agosto de 1954, por doação da colônia espanhola. 
Moldado em gesso e fundido em bronze pelo escultor Ernesto Biancalana.
Baseado no estudo de Ettore Marangoni "Elevação de Sorocaba à categoria de Vila em 1661" em exposição no Museu Histórico Sorocabano.
Baltazar Fernandes era filho do fidalgo português Manoel Fernandes Ramos ou Morão e de Suzana Dias, filha do português Lopo Dias.
Baltazar Fernandes nasceu aproximadamente em 1580, numa fazenda onde hoje é o Parque Ibirapuera, em São Paulo. 
Em 1654, já octogenário, foi para Sorocaba, onde fixou residência. 
Faleceu aproximadamente em 1667 e seu corpo foi sepultado junto ao altar principal da sua capela, hoje Igreja de Sant' Ana, do Mosteiro de São Bento.

Monumento ao Tropeiro

O tropeiro (condutor das tropas de muares que eram negociadas nas feiras junto à ponte do rio Sorocaba) construiu com sua atividade um dos principais ciclos da História de Sorocaba, que dele guarda inúmeras tradições.


FRANCISCO LEITE DOS SANTOS

FALECIMENTO: 23/10/2017, ÀS 11h00, EM ITAPETININGA. 
68 ANOS, 
APOSENTADO, UNIÃO E
STÁVEL COM ERNESTINA FERREIRA, 
FILHO DE JOSE LEITE DOS SANTOS E ALBINA DA CONCEIÇÃO, 
DEIXOU OS FILHOS: VANDISON, SANDRA, CRISTIANE, JOÃO FRANCISCO, FERNANDA, ADRIANA, ANDERSON E ADRIANO.
SEPULTAMENTO: 24/10/2017, ÀS 10h00, NO 
CEMITÉRIO MUNICIPAL DO BAIRRO FAXINAL, EM ANGATUBA.




PASSAMENTOS:

ANTONIO ZANETTI
FALECIMENTO: 22/10/2017, EM SÃO CAETANO DO SUL.
89 ANOS, 
APOSENTADO, 
CASADO COM MARIA ZANETTI, 
FILHO DE ANGELO ZANETTI E OLYMPIA DOS ANJOS, 
DEIXOU OS FILHOS LEONARDO E RENATO.
SEPULTAMENTO: 23/10/2017, ÀS 08h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM GUAREÍ.

LÁZARA APARECIDA MOMBERG
FALECIMENTO: 22/10/2017, EM ITAPETININGA.
83 ANOS, 
APOSENTADA, 
VIÚVA DE VALDEMAR MOMBERG, 
FILHA DE FRANCELINO ANTONIO DE OLIVEIRA E LÁZARA MARIA CONCEIÇÃO, 
DEIXOU OS FILHOS: JOSÉ, JOÃO, SARA, ISAQUE, ARLINDA, LEVI, RUTE, VALDEMAR E ANA.
SEPULTAMENTO: 23/10/2017, ÀS 16h00, NO 
CEMITÉRIO SÃO JOÃO BATISTA, EM GUAREÍ, SAINDO O FÉRETRO DA RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA.

APARECIDA BORGES CHIARADIA
FALECIMENTO: 23/10/2017, ÀS 04h20, EM ITAPETININGA. 
74 ANOS, 
APOSENTADA, 
CASADA COM LUIZ CHIARADIA NETO, 
FILHA DE DALVA MARTINS DE CASTRO, 
DEIXOU OS FILHOS: ANA PAULA, LUIZ RICARDO E HELOISA.
VELÓRIO: VILA EUCLIDES, EM SÃO BERNARDO DO CAMPO/SÃO PAULO.
SEPULTAMENTO: 23/10/2017, ÀS 17h00, NO 
CEMITÉRIO DE VILA EUCLIDES, EM SÃO BERNARDO DO CAMPO/SÃO PAULO.


domingo, 22 de outubro de 2017

KÁTIA CELESTINA MORETTO, SAUDOSA MISS BRASIL 1976

sábado, 25 de maio de 2013
SESSÃO NOSTALGIA - Kátia Celestina Moretto, Miss Brasil 1976
Daslan Melo Lima

PRÓLOGO
Uma nota divulgada por alguns sites especializados em concursos de beleza há quinze dias semeou tristeza em todos aqueles que, assim como eu, gostam muito de misses, particularmente daquelas que fazem parte de um tempo mágico que se foi. 
A notícia falava da morte de Kátia Celestina Moretto, Miss Brasil 1976. 
Como nada sobre o assunto tinha sido veiculado em jornais ou nas emissoras de televisão, ficamos na dúvida quanto à veracidade da notícia, haja vista que postagens inverídicas de vez em quando são espalhadas na Internet. 
Infelizmente, uma matéria publicada recentemente no jornal Cruzeiro do Sul, da cidade paulista de Sorocaba, terra natal de Kátia Celestina, não deixa dúvida sobre a veracidade do ocorrido. 
A Miss Brasil 1976 partiu para a Grande Viagem no dia 29 de abril, aos 56 anos de idade, vítima de câncer no aparelho digestivo.


Nesta última SESSÃO NOSTALGIA de maio de 2013, maio de Maria, maio das Mães e das Noivas, rendo um tributo a Kátia Celestina Moretto, ilustrado com imagens dos álbuns de recortes de Edi Corrêa Leite, leitor assíduo de PASSARELA CULTURAL, fã incondicional desta secção, ex-coordenador do concurso Miss Sorocaba e grande amigo de Kátia Celestina. 
Recebi um e-mail dele anteontem, quinta-feira, 23, afirmando o seguinte: 
“Você não imagina o quanto estou triste. A Kátia era maravilhosa, dona de um astral maravilhoso. A presença dela era de descontração, de alegria, de uma energia muito boa, dona de uma bondade fora do comum, muito generosa. Em 1996, quando coordenei o Miss Sorocaba, ela veio com os filhos de São José dos Campos, distante cinco horas de Sorocaba, somente para me prestigiar. A Kátia era fenomenal! As fotos do meu acervo não são somente minhas, são suas também!”

DE SOROCABA A HONG KONG


Katia Celestina Moretto nasceu em Sorocaba, sudoeste do estado de São Paulo, a 87 km da capital, no dia 08 de março de 1958. 
Era uma garota de 1,80 de altura, simples, e extrovertida, estudante da OSE, Organização Sorocabana de Ensino, e jogadora de basquete, quando recebeu o título de Miss da sua cidade. 
KÁTIA CELESTINA MORETTO NO MISS SÃO PAULO - Katia era motivo de orgulho para todos e viajou para participar do Miss São Paulo levando as esperanças dos sorocabanos que até então tinham eleito duas misses São Paulo: Sandra Mara Ferreira, em 1973, Miss Brasil e semifinalista no Miss Universo; e Célia Maria Carvalho, em 1971, quinto lugar no Miss Brasil. 
Entre vinte e três candidatas, naquela noite de junho de 1976, no Parque Anhembi, na capital paulista, ela foi eleita Miss São Paulo.


Primeira página do jornal Cruzeiro do Sul, Sorocaba-SP, 06/06/1976.


Primeira página do jornal Cruzeiro do Sul, Sorocaba-SP, 08/06/1976.





A chegada de Katia Celestina Moretto à Sorocaba, na condição de Miss São Paulo, foi uma apoteose. 
Desfilou em cima de carro de bombeiros e foi alvo de muitas homenagens, entrevistas e destaque de primeira página no jornal Cruzeiro do Sul.

KÁTIA CELESTINA MORETTO 
NO MISS BRASIL 


Ginásio de Esportes Presidente Médici, Brasília, 19 de junho de 1976. 
Kátia Celestina Moretto em traje típico, criação do estilista pernambucano Victor Moreira.

Em traje de gala.


Da esquerda para a direita: Vionete Revoredo Fonseca, Miss Rio de Janeiro, segunda colocada; Kátia Celestina Moretto, Miss São Paulo, eleita Miss Brasil 1976; e Adelaide Fraga de Oliveira Filha, Miss Brasília, terceiro lugar.


Kátia Celestina Moretto no quarto do hotel, fazendo meditação, acima, e careta, abaixo.


Detalhe: a cena da sua coroação como Miss Brasil poderá ser conferida neste link,


O educandário OSE, Organização Sorocabana de Ensino, orgulhoso de sua aluna, postou esta homenagem no Cruzeiro do Sul. 


Observação: Em várias publicações da época, por lapso, o nome da Miss Brasil 1976 foi escrito desta forma: Kátia Celestino Moretto. 
Eu mesmo, com base em revistas daquele tempo, só escrevia Celestino, mas Edi Corrêa Leite recentemente esclareceu-me que o correto é Celestina, tal como aparecia no Cruzeiro do Sul, jornal da sua terra natal.

KÁTIA CELESTINA MORETTO 
NO MISS UNIVERSO
Primeira página do jornal Cruzeiro do Sul.


Kátia Celestina Moretto não obteve classificação no Miss Universo, realizado em Hong Kong, no ano em que a vencedora foi Rina Messinger. 

DRAMA NO GALEÃO, FEIJOADA E CAIPIRINHA

Na sua volta para o Brasil, Kátia Celestina Moretto viveu um drama antes de desembarcar no Rio de Janeiro, conforme depoimento postado na revista Miss Brasil-A Glória de Uma Coroa, em 2004, uma publicação da empresa paulista De Francisco Promoções e Eventos, abaixo transcrito, na íntegra.

Foi em uma manhã, meados de julho de 1976, voltando para o Brasil, em um voo que saiu de São Francisco por volta de meia noite, depois de já ter voado 16 horas de Hong Kong aos Estados Unidos. O fuso horário e a ansiedade não me deixaram dormir. Depois de 17 dias em um país diferente, com horários contrários, alimentação exótica e um desgaste indescritível, avistei o Corcovado, o Cristo Redentor e a Baía de Guanabara. Meu coração disparou. Enfim de volta à Pátria.
Os letreiros luminosos da aeronave indicaram para apertar os cintos de segurança e o comandante pelo alto-falante comunicava que em 30 minutos estaríamos pousando na cidade maravilhosa. Saquei a filmadora da valise e a preparei para, da janela, filmar a aterrissagem. A aeromoça sentou-se à minha frente. Eu estava sentada na primeira fila e ela naqueles bancos que se fecham encostados na parede da cabine, ficamos joelho com joelho (diga-se de passagem o espaço físico nas aeronaves para pessoas grandes é bem apertado). A aeromoça colocou o cinto e começamos a conversar, antes mesmo dela terminar a frase, ouvimos um barulho forte, o avião estremeceu, os luminosos piscaram e o comandante chamou a tripulação.
O avião fez uma curva ao contrário voltando para o mar, o pânico se instalou. Logo a aeromoça pelo microfone anunciou um problema na turbina do lado esquerdo, o lado em que eu estava sentada. A fumaça que saía de sob a asa era grande e todos já tinham notado. Não demorou muito o comandante voltou a anunciar: “Dentro de 15 minutos estaremos pousando no Aeroporto Internacional do Galeão. Era difícil acreditar, a sensação era que iríamos cair na baía. Enquanto isso, o piloto fazia uma manobra espetacular para a esquerda e apontou para a cabeceira da pista descendo com certa velocidade. A pista estava branca, os bombeiros ainda colocavam espuma, ambulâncias se posicionavam e havia grande movimentação de pessoas uniformizadas como seguranças, policiais, enfermeiras, ente outros. A aeromoça voltando da cabine orienta os passageiros a ajustar as poltronas na posição vertical e baixar a cabeça sobre as pernas. Sentou-se novamente à minha frente enxugando as lágrimas que corriam pelo seu rosto e fez o Sinal da Cruz. Eu a acompanhei e com certa tranqüilidade estendi a minha mão em direção à dela.
Foram só quatro minutos, o tempo que levou para a aeronave pousar entre solavancos e gritos, que nesse momento não mais eram de pavor e sim de alegria e êxtase. Durante esses quatro minutos a sensação de impotência era tanta que só me restava acompanhar a aeromoça no “Pai Nosso e na Ave Maria”. Percebi que todos os acontecimentos recentes, como a fama, o sucesso, os três títulos, naquele momento nada tinha de importante. Era tudo muito frágil. A minha vida corria por um fio e poderia acabar ali. Reavaliei todos os meus valores, inclusive os materiais que até então almejava. Tenho vivido com humildade, respeito e fé Naquele que me deu tudo que possuo. Horas mais tarde conheci o comandante. Ele só tinha 34 anos e foi muito elogiado pelos colegas mais velhos e experientes.
E comemorei com feijoada e caipirinha!
Katia Moretto, Miss Brasil 1976

EPÍLOGO

Kátia em 2004, trinta e dois anos depois de ter sido eleita Miss Brasil.
Após cumprir o seu reinado, Kátia Celestina Moretto saiu de Sorocaba para residir na capital. 
Tempo depois, mudou-se para São José dos Campos, a 94 Km, onde abriu o restaurante Via Moretto no distrito de São Francisco Xavier. 
Kátia deixou uma filha, Anayan, de 33 anos, e um filho, Felipe, de 31 anos. 
A família pretende fazer uma cerimônia em Sorocaba e jogar suas cinzas na cidade que ela tanto amou. 
Acredito que esse gesto vai ao encontro dos sentimentos de Katia Celestina, a julgar pelo que ela disse ao receber do prefeito Armando Pannunzio (1915-1985) o brasão de Sorocaba em 07/06/1976: 
“Este brasão que eu recebi vale mais que qualquer outro presente ou prêmio que eu ganhei até agora. Isto porque antes de tudo eu sou sorocabana e meu coração está aqui.” 

Anteontem, ao comunicar ao Edi Corrêa Leite que ia render um tributo á sua famosa conterrânea neste blog disse-me ele: 
“A Kátia merece a sua homenagem! A homenagem que você fizer para Kátia será emocionante para todos nós que a amamos! A Kátia será inesquecível para nós! Eu fico muito agradecido pela sua sensibilidade, pelo seu amor e carinho para com a nossa eterna amigona Kátia. Muito obrigado! Vou informar aos seus familiares. Eles vão ficar muito emocionados. Deus te abençoe por tudo!” 
Detalhe: Edi Corrêa Leite tem um blog, o www.edicorrea.blogspot.com, e foi motivo de uma Sessão Nostalgia, em 20/08/2011, quando falou das suas memórias como ex-coordenador do Miss Sorocaba, http://passarelacultural.blogspot.com.br/2011/08/sessao-nostalgia_20.html .
Espero que esta Sessão Nostalgia tenha conseguido resgatar um pouco da história da bela sorocabana. No lugar de tristeza, vamos recordar sua trajetória na terra apenas com saudades, pois DEUS convocou a Miss Brasil 1976 para outra missão na passarela de outra dimensão. 
A ti, Kátia Celestina Moretto, eu canto meu canto de nostalgia banhado de esperança, enquanto o mês de maio de 2013 vai se despedindo da passarela das nossas vidas.
       

TRANSCRITO DO SITE PASSARELA CULTURAL.
     

ANTONIO MORAIS DE ALMEIDA

FALECIMENTO: 22/10/2017, ÀS 15h00, EM ITAPETININGA.
75 ANOS, 
APOSENTADO, 
CASADO COM GENESIA QUIRINO DE ALMEIDA, 
FILHO DE CALIXTO MORAIS DE ALMEIDA E CATARINA CESARINA DE ALMEIDA, 
DEIXOU OS FILHOS JOSÉ ANTONIO E MARIA INÊS. 
SEPULTAMENTO: 23/10/2017, ÀS 15h00, NO C
EMITÉRIO JARDIM COLINA DA PAZ, EM ITAPETININGA.